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SURTO DO MOTEL

Em depoimento, empresário garante que só a mulher se drogou e bebeu cerveja em motel

Testemunha disse não ter feito uso de nenhuma substância
21/01/2020 16:36 - FÁBIO ORUÊ


 

Empresário de 30 anos, que estava em motel na saída para Três Lagoas com a médica veterinária de 29 anos, alegou que ela fez uso de substâncias em algum momento durante o período de cerca de 3h em que estiveram no quarto do estabelecimento. A mulher teve problemas - que ainda têm origem desconhecida - e saiu em surto no local, vindo a óbito em via pública. 

Dentro do quarto, a perícia apreendeu quatro latas de cerveja e uma quantidade de entorpecente - apontado como cocaína - e conforme apurado pelo Correio do Estado, o empresário afirmou em depoimento na tarde de ontem (20) não ter feito uso tanto do álcool quanto da droga.

Ele é considerado a principal testemunha do caso, já que estava com a mulher. Segundo o delegado responsável pela investigação, Ricardo Meirelles, da 3ª Delegacia de Polícia de Campo Grande, ele será ouvido “quantas vezes forem necessárias” e está colaborando com a polícia. Além dele, outras pessoas envolvidas estão sendo ouvidas durante esta semana. Mais de 10 testemunhas, entre funcionários do motel, moradores que presenciaram o surto e familiares da vítima foram ouvidas informalmente e agora irão prestar esclarecimentos oficiais à polícia.

Meirelles agora espera o resultado do exame necroscópico e alguns procedimentos complementares. “Vejo a necessidade de alguns outros exames, como o anatomopatológico e o toxicológico, para saber o que a vítima ingeriu, o quanto ingeriu ou a presença de alguma doença”, revelou ele ao Correio do Estado. O resultado deve sair em torno de 10 dias. 

O CASO

Durante a noite de quinta-feira (16), segundo informações do boletim de ocorrência, testemunhas viram a vítima sair correndo de um motel transtornada, espumando pela boca, gritando o tempo todo, se jogando e rastejando pelo chão até entrar embaixo de um caminhão.

O empresário apareceu no local em uma caminhonete Amarok preta tentando colocá-la no veículo, mas ela se recusava aos gritos. Então ele acelerou e saiu em alta velocidade.

Em dado momento, ainda conforme os relatos de testemunhas, ela caiu no chão desacordada. Uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou ao local e tentou reanimá-la, mas sem êxito.

 

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.