Polícia

CAMPO GRANDE

Dupla é presa por furtar gasolina e revender a motoristas de aplicativo

Motorista e frentista vinham agindo há um mês

RAFAEL RIBEIRO

22/09/2019 - 09h24
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Um motorista de caminhão-tanque, de 59 anos, e um frentista, de 35, acabaram presos em flagrante durante a madrugada deste domingo após furtarem 150 litros do combustível no estabelecimento, no bairro Monte Castelo, região norte da Capital, para revender depois mais barato a motoristas de aplicativos.

Segundo a polícia, o crime acontecia há pelo menos um mês e foi descoberto após o gerente do posto, que desconfiava do ocorrido, armar campana por conta própria para descobrir o ocorrido.

A dupla agia de forma simples e desviava o combustível durante a 'sangria', ou seja, pegava a gasolina no momento de abastecimento das bombas.

Acionada pelo dono do posto, de 59, a Polícia Civil chegou ao posto no momento em que a dupla enchia galões com gasolina. Quatro deles, já cheios, estavam escondidos no posto. Outros dois tambores, de 20 e 50 litros, foram aprendidos também cheios.

A dupla foi levada para a Depac do Centro, onde acabou indiciada por furto qualificado pelo abuso de confiança, , com pena de 2 a 8 anos. Quem comprou o combustível desviado pode responder por receptação dolosa.

Itaquiraí (MS)

Duas mulheres morrem carbonizadas em casa e polícia investiga possível crime

Polícia Civil não descarta as hipóteses de homicídio ou feminicídio

27/10/2026 12h00

Casa pegando fogo, com duas mulheres mortas carbonizadas dentro

Casa pegando fogo, com duas mulheres mortas carbonizadas dentro Foto: Divulgação/Tá em Foco

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Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga a morte de duas mulheres em um incêndio ocorrido no sábado (24), em Itaquiraí, município situado na região Sul de MS e a 405 quilômetros de Campo Grande.

Ambas foram encontradas carbonizadas na residência em que moravam. A identidade delas não foi divulgada.

Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estiveram no local, no fim de semana, para isolar a área, apurar as circunstâncias do incêndio, realizar a perícia e retirar os corpos.

Ainda não se sabe as causas do incêndio. A Delegacia de Polícia Civil de Itaquiraí investiga se o incêndio é criminoso ou não, sem descartar as hipóteses de homicídio ou feminicídio.

Conforme apurado pela reportagem, moravam na residência mãe, esposa e um homem. Segundo o delegado titular Robilson Junior Albertoni Fernandes, o rapaz foi até a cidade buscar um celular que estava na manutenção e, ao voltar para casa, encontrou a casa pegando fogo e sua esposa e mãe mortas carbonizadas.

“A perícia foi acionada, fez todos os levantamentos e estamos aguardando a conclusão se o incêndio foi intencional ou acidental. As investigações continuam para o levantamento de maiores informações”, afirmou o delegado por meio de vídeo enviado à imprensa.

Os óbitos chocaram a população do município, que raramente lida com mortes trágicas como essas. 

OUTRO CASO

Ellen Vitória Moreira da Cruz, de 20 anos e Vitória Gabriely Souza Cordeiro, de 18 anos foram mortas e carbonizadas em um incêndio, no dia 23 de setembro de 2026, em uma residência localizada na avenida Evangelina Vieira, em Rochedo (Mato Grosso do Sul).

Conforme apurado pela reportagem, antes do incêndio, as jovens foram esganadas e apresentavam ferimentos pelo corpo provocados por arma branca.

Vitória Gabriely tinha golpes de faca no tórax, pescoço e costas, enquanto Ellen apresentava ferimento no pescoço e uma lesão na cabeça.

Dois homens estavam envolvidos no duplo homicídio. O desacerto por drogas foi o estopim da briga entre os rapazes e as garotas.

Um homem, identificado como Luíz Carlos, vulgo "Bob Esponja", morreu em confronto com a Polícia Militar, enquanto o outro envolvido, Lucas Batista Ferreira, foi preso em Rio Negro.

Um menor de idade foi apreendido por guardar drogas em casa e foi enquadrado como crime análogo a tráfico de entorpecentes.

Dourados (ms)

Homem finge sequestro para pedir R$ 1.500 à família, mas acaba preso

Polícia Civil esclareceu o falso sequestro e prendeu três pessoas envolvidas no crime

21/10/2026 08h45

Rapaz foi preso para polícia

Rapaz foi preso para polícia DIVULGAÇÃO/PCMS

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Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON), esclareceu uma falsa ocorrência e desmentiu um homem, de 40 anos, residente no Rio Grande do Sul, que simulou o próprio sequestro em Dourados, Mato Grosso do Sul.

O rapaz, que não teve a identidade divulgada, mentiu que foi sequestrado para pedir dinheiro à família, para quitar uma dívida de R$ 1.500 referente a compra de uma certa quantidade de cocaína para consumo próprio.

Ele foi preso por policiais civis, junto com mais duas pessoas envolvidas no crime.

Conforme apurado pela reportagem, familiares do desaparecido, residentes no RS, receberam mensagens ameaçadoras do próprio WhatsApp do rapaz, de que havia sido sequestrado e que ameaçavam matá-lo caso a polícia fosse acionada.

De acordo com a Polícia Civil, os familiares também receberam fotografias intimidatórias e áudios em que o próprio desaparecido pedia, desesperadamente, que enviassem dinheiro.

Com isso, acionaram a polícia e equipes do DEFRON iniciaram as diligências. Os investigadores analisaram mensagens, fotografias e imagens de câmeras de segurança, além de percorrer diferentes regiões de Dourados em busca de informações.

Em seguida, a polícia obteve informações de que o suposto desaparecido estaria em um motel da cidade.

Os policiais foram até o estabelecimento e localizaram o homem sozinho em um dos quartos, onde estava hospedado há vários dias.

O ambiente estava bastante desorganizado, com diversas latas de bebida alcoólica e outros objetos.

Em interrogatório, ele confessou que não foi sequestrado e que mentiu para conseguir dinheiro dos familiares para pagar uma dívida. Além disso, relatou que estava consumindo cocaína.

A polícia conseguiu localizar o casal que vendia a droga ao homem. Foram encontradas dez porções individualizadas de cocaína nos bolsos da mulher, e, na residência, foram apreendidos duas porções de cocaína, uma balança de precisão e uma embalagem com resquícios de entorpecentes.

Os três foram presos em flagrante, sendo o homem que simulou o próprio sequestro e o casal que foi autuado por tráfico de drogas e pelo crime de extorsão.

De acordo com o Código Penal Brasileiro, uma pessoa que simula o próprio sequestro para pedir dinheiro à família pode responder criminalmente por estelionato, cuja pena prevista no artigo 171 do CP é de 1 a 5 anos de reclusão, além de multa. A situação ganha maior gravidade quando a falsa comunicação provoca preocupação e mobiliza a polícia para investigar um suposto crime.

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