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OPINIÃO

Rolemberg Estevão de Souza: "Por que confio em Jair Bolsonaro"

Diplomata

14 FEV 19 - 01h:00

O Brasil dos últimos anos conheceu inédita instabilidade política, cujos traços mais visíveis foram a corrupção desenfreada, a falta de confiança da sociedade em seus representantes e a polarização político-ideológica. A situação a que chegamos no ano eleitoral de 2018 exigia uma liderança firme, disposta a enfrentar os enormes problemas que afligem brasileiros e brasileiras em seu dia a dia. Um líder capaz de encarar uma oposição indócil e irascível, seduzida por ideias do século 19, movimentos político-messiânicos do século 20 e que ainda entoa o hino da internacional comunista, relegando o hino nacional ao esquecimento. 

A oposição de esquerda que governou o País por mais de uma década confundiu a legitimidade das urnas com o “direito” à má gestão e ao assalto aos recursos públicos, os direitos humanos com libertinagem e a educação formal com militância política. Até uma cláusula pétrea de nossa Constituição Cidadã, a do direito à vida, foi colocada em questão. Felizmente, a sociedade brasileira se manteve fiel aos movimentos histórico-culturais de longa duração e o cristianismo – católico ou evangélico – não somente cresceu entre os brasileiros, como impediu que as áreas mais violentas e carentes do Paísfossem dominadas pelo ateísmo ou, o que seria ainda pior, pelo messianismo marxista vulgar. 

A essa dimensão, que pode ser chamada de político-cultural, somava-se o descalabro econômico, a recessão e a quase insolvência na área fiscal. A proposta de plano de governo – “O Caminho da Prosperidade” – de Jair Bolsonaro mostrou o caminho a ser seguido, notadamente na economia. Poucos leram com a devida atenção o documento norteador da campanha e do novo governo, mas ainda estamos em tempo de fazê-lo. 

A prioridade do governo Bolsonaro é “gerar crescimento, oportunidades e emprego, retirando enormes contingentes da população da situação precária na qual se encontram”. Jair Bolsonaro sabe, como expresso em “O Caminho da Prosperidade”, que nunca haverá estabilidade social enquanto houver brasileiros (as) padecendo da fome, violência, miséria e de altas taxas de desemprego. Cada cidadão, cada cidadã, deve ter condições de fazer escolhas que lhe permita estudar, aprender, trabalhar e buscar sua felicidade, além do conforto de sua família. A igualdade de oportunidades deve se apresentar a todos e não apenas aos mais ricos, um país justo deve propiciar aos pobres a possibilidade de superar suas dificuldades, de progredir, de empreender. Para tanto, uma política econômica clara, objetiva e sem viés ideológico é imprescindível. 

A boa gestão econômica pressupõe o combate aos cartéis que majoram preços da cesta básica e de outros artigos de consumo popular, aos privilégios de empresas que só conseguem sobreviver sob a proteção do Estado, aos maus servidores públicos que dilapidam o patrimônio coletivo. Gerir bem a economia significa se opor às práticas da corrupção e defender a transparência na gestão. É reconhecer a necessidade de reformas, questionadas legitimamente por alguns segmentos da sociedade, mas indispensáveis na recuperação da economia e na geração de empregos. 

Político com longa trajetória no Congresso Nacional, conhecedor das práticas políticas nacionais nos seus três poderes e experiente em assuntos militares, Jair Bolsonaro foi o homem certo, na hora certa! Ainda o é. Ninguém mais se apresentou como a liderança adequada para a construção de um país melhor no longo prazo e para conduzir uma profunda reforma política no Brasil! Que Deus o ilumine na refundação da nossa República!

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