Quarta, 13 de Dezembro de 2017

opinião

Gilson Cavalcanti Ricci: "Temer: o libanês"

Advogado

8 DEZ 2017Por 01h:00

Campo Grande muito deve aos laboriosos libaneses radicados na cidade. Os emigrantes libaneses, que aqui aportaram a partir do final do século XIX traziam no sangue o amor pelo comércio, herdado dos fenícios.

Eles chegavam com suas pesadas malas de mercadorias nos ombros, e se instalavam em qualquer lugar da cidade, onde pudessem se abrigar. Depois de precariamente instalados, saíam pelas ruas a mascatear mercadorias variadas, desde roupas e bijuterias a produtos domésticos de uso pessoal, como lâminas Gillete, talcos, pó de arroz, escovas, sabonetes, fraldas e um mundo de outros produtos de grande utilidade às donas de casa, pagos “a pretaçom”.

Quando adquiriam capital suficiente, mandavam buscar no Líbano suas famílias, que chegavam pela Noroeste do Brasil, fazendo crescer o progresso e o caldeirão étnico da nossa amada Cidade Morena. 

Eram simpáticos e brincalhões. Mascateavam durante uns três anos, e, após esse tempo montavam suas lojinhas na Rua 14, quando mandavam buscar no Líbano suas famílias.

Não tardavam a ficar ricos, com a dignidade do trabalho. Atualmente, vendo na televisão a figura bizarra do presidente Temer, reporto-me ao passado de Campo Grande, e vejo no seu semblante a figura do mascate libanês a peregrinar alegremente pelas ruas.

Assisto indignado a gritaria infernal da malta instigada por maus políticos, a desmoralizar o mais ilustre escritor jurídico de São Paulo, e douto decano professor de Direito da Faculdade de Direito da USP. 

Não é minha intenção jogar confete no atual presidente da República. Mas me instiga o dever de vir a público a fim de me expressar sinceramente aos meus amados leitores a respeito da saga dos libaneses e seus descendentes, a tudo quanto eles se propõem a fazer, o que me conforta pela esperança de melhora da nossa economia sob a regência do arrojado mascate. Agora mesmo leio notícias alvissareiras sobre o futuro da economia brasileira.

Quando o sábio libanês-brasileiro assumiu a Presidência da República, no tumultuado e histórico processo de impeachment da latrocida comunista, disse no discurso de posse que a principal meta de sua administração é “estancar o processo de queda livre da atividade econômica, e melhorar significativamente o ambiente de negócios do setor privado, para produzir mais, e gerar mais empregos e renda”.

E isto ele vem conseguindo realizar silenciosamente, e já conseguiu estancar a queda livre da economia brasileira, evitando o colapso fatal, graças ao correto sistema governamental empregado na difícil empreitada. Estatísticas fidedignas (IBGE, Banco Mundial e outras fontes da economia mundial), confirmam o crescimento dos setores vitais da economia, como o PIB, que, depois de dois anos em queda, cresceu 1% em 2017 (pouco mais animador); inflação em queda: 8,15% em abril/2015, para 4,08% em abril/2017; juros, de 14,25% em 2015, para 11,25% em 2017.

E outros elementos vitais para o revigoramento da economia nacional, batem recordes de estabilização. A pior recessão brasileira dos últimos 120 anos, e uma das mais graves do mundo nos últimos 2 anos, foi causada por desacertos da política econômica dos governos petistas, segundo abalizados economistas, e agora controlada por Temer.

Também o desemprego, que estava em indíces alarmantes, começa agora a regredir, com a contratação de milhares de trabalhadores com carteira assinada.

Enquanto esbravejam os senhores feudais da indecente politicalha que aí está a nos envergonhar, o nosso bravo mascate libanês-brasileiro vai orientando sabiamente o andamento da economia brasileira, antes assaltada pela súcia de ladrões incrustados nos governos petistas, como provam os inúmeros processos criminais em andamento na Justiça Federal contra corruptos de colarinho branco, que assaltaram a Petrobras, e depenaram na calada da noite várias outras entidades vitais à grandeza econômica do Brasil.

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