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ARTIGO

Antonio Carlos Siufi Hindo: "Com ou sem a inteferência da Rússia"

10 MAI 19 - 02h:00

Ninguém em sã consciência discute a inigualável força econômica e militar dos Estados Unidos. Na ordem democrática o seu rumo é o mesmo. Essa estrutura não resultou construída num toque de mágica. Seu embrião é precioso. A primeira ação política do seu primeiro presidente George Washington foi instituir em cada capital dos treze estados confederados, à época, a universidade pública.

Lançou seus olhares  generosos para o campo da educação. Fez do seu professor o sustentáculo maior para a formação da nação americana. O professor no curso da sua história foi elevado à condição de  sacerdote, confidente, conselheiro, amigo e  orientador. Foi muito mais. Era o construtor de homens, formador  de cidadão. 

Essa sempre foi a festejada receita para a prosperidade de povos e nações. Mas nem tudo são flores por aquelas bandas. Existem as questões sociais de natureza grave. Elas não são privilégios de países pobres ou em desenvolvimento. Essa é a América governada  por Trump. Seu lema é tirar o Estado do lombo dos que querem investir e gerar emprego e renda.

Seu compatriota tem seu lugar reservado no altar sacrossanto da pátria. Uma grave advertência para os que insistem na imigração perigosa e sem nenhum critério. Esses indicativos quando respeitados fazem surgir o desenvolvimento, o progresso  e o bem estar. Essa é a realidade que está sendo vivida pela nação americana. Os indicadores econômicos e financeiros apontam para essa direção. A taxa de desemprego é a menor dos últimos cinquenta anos. O seu produto interno produto resulta surpreendente. Aponta para um crescimento de 3,4 %. 

Sua tendência segundo os  analistas do mercado financeiro é  avançar ainda mais. Suas reservas cambial e petrolífera horrorizam qualquer País civilizado. Esses números dificilmente vem  eivado de algum vício. Refletem a realidade do momento. Mas essa beleza toda descrita não tem nada a ver com a ação da administração isolada de Donald Trump. Uma sequencia de administrações responsáveis tem a chancela. É isso que o povo americano almeja.

Seriedade e transparência na gestão pública. Não querem migalhas. Não precisam da ajuda social do governo. Querem progredir e prosperar por conta própria. Construir a grandeza da Pátria consubstanciada na força da família. Essas questões domésticas quando bem administradas evidenciam o respeito que os  governados possuem com relação aos seus governantes. 

Nesse sentir e pensar a grandeza da Pátria se robustece. O patriotismo mostra a sua face  altaneira. Todos cantam com orgulho singular o hino nacional e conhecem os nomes dos seus heróis. Assim que os governantes consolidam a História.  Mas esse Império americano  como os outros  que outrora o mundo protagonizou também conhecerá inexoravelmente o seu fim. Não se sabe quando isso acontecerá.

Mas  certamente outros surgirão com igual ou superior força. Foi assim na antiguidade. Sua chama reacendeu forte com o surgimento do Império turco no limiar do último século.  Todos ruíram. Estão hoje limitados aos seus limites territoriais. 
Hoje é a América que desfruta desse raro privilégio.

A verdade é uma só. Para os americanos pouco importa quem seja o inquilino da Casa Branca. Querem o bolso recheado de dólares, trabalho em abundancia, segurança, sobretudo para alcançar os seus propósitos. Vida digna, em especial, para criar sua família. Lei para ser cumprida para os que ousarem violentá-la.

Esses são os valores que preservam.  O resto é conversa fiada. Nesse diapasão e ainda  prevalecendo essa política até as próximas eleições presidenciais dificilmente o atual presidente americano  deixará de residir na Casa Branca por mais quatro anos. Com ou sem a interferência da Rússia.

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