Terça, 20 de Fevereiro de 2018

FIGUEIRÃO

Vítimas de temporal recebem 150 cestas

26 JAN 2011Por DA REDAÇÃO13h:22

Já está a caminho do município de Figueirão um caminhão carregado de alimentos que irá atender famílias vítimas de um temporal que assolou a cidade no final de 2010 e obrigou a prefeitura a decretar situação de emergência.

No total, são 150 cestas básicas adquiridas pelo governo estadual, contendo cada 10 kg de arroz; 3 kg de feijão; 2 kg de açúcar; 2 latas de óleo vegetal; 2 pacotes de macarrão; 2 kg de farinha de mandioca, 1kg de leite em pó e 2 pacotes de bolacha.

De acordo com a prefeitura, ainda está sendo feito levantamento dos prejuízos causados na cidade e o cadastro com o número total de famílias que necessitam de auxílio está em fase de finalização pela secretaria de assistência social do município.

Os principais impactos aconteceram na zona rural, com a destruição de estradas e pontes. Figueirão fica a 244 km distante da Capital e possui uma população de 2.927 pessoas, de acordo com Censo 2010 do IBGE.

Recurso federal

Após levantamento dos prejuízos, a Cedec auxiliou na elaboração do processo com requerimento de R$ 700 mil de recursos federais para a recuperação. Segundo o chefe da Cedec-MS, coronel Ociel Ortiz Elias, o pedido foi enviado à Secretaria Nacional de Defesa Civil e se encontra em tramitação no Ministério da Integração Nacional.

Conforme o decreto de Situação de Emergência publicado pelo município, a área rural teve danos decorrentes de uma forte chuva que, em um período de sete horas, registrou a quantidade de 200 milímetros. O volume de águas gerou enxurradas e provocou a queda de cinco pontes: Ponte do Rio Figueirão com 23 metros; Ponte do Córrego Macaúba de 10 metros; Ponte do Rio Galeano com 9 metros; Ponte do Rio Jauruzinho de 88 metros e a ponte que dá acesso à Fazenda Gaivota, com 9 metros.

As chuvas provocaram também a destruição de 20 metros de estrada, abrangendo os aterros das cinco pontes citadas. Essas quedas ocasionaram a dificuldade para entrada e saída do município, impedindo até mesmo o acesso dos alunos às escolas localizadas no perímetro urbano. Também houve prejuízo no transporte de gado, pedra e areia, assim como o transporte de mercadoria e gêneros alimentícios.






 

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