Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Vereador da oposição deixa a CPI da Saúde

27 ABR 10 - 20h:20

Fábio Dorta, de Dourados

Maria matheus, da redação

 

O vereador Marcelo Barros (DEM) protocolou ontem na Mesa Diretora da Câmara Municipal de Dourados pedido de renúncia à sua indicação como um dos integrantes da CPI da Saúde. Ele tomou a decisão porque pretendia ser o relator da comissão, mas foi preterido por Humberto Teixeira Júnior (PDT).

Barros afirmou que, quando entrou com requerimento pedindo a criação da CPI, o vereador Dirceu Longhi (PT) se comprometeu a lhe dar a relatoria da comissão, mas, depois, optou por Humberto, que é da bancada de sustentação do prefeito Ari Artuzi (PDT). "Se um dos objetivos da CPI é investigar a atual administração não faz sentido que o relator seja um vereador ligado ao prefeito", alegou Barros.

Indignado, Barros não poupou Longhi, que é o presidente da comissão. "Tenho respeito com o dinheiro público e não vou compactuar com esse teatro de fantoches que está sendo montado", declarou.

Longhi preferiu não comentar as críticas de e reafirmou que a CPI vai cumprir os objetivos de investigar a aplicação de recursos na Secretaria Municipal de Saúde nos últimos dois anos da administração do ex-prefeito Laerte Tetila (PT) e do primeiro ano da gestão de Artuzi. Ontem, em Campo Grande, o prefeito rebateu as críticas do vereadores do DEM. "Não fui eu quem escolheu o Humberto (como relator). Foi o cara que pediu a CPI que votou no meu líder", comentou. "E ele nem é mais meu líder", continuou. "Além do mais, tem mais vereadores para investigar", completou. O prefeito ainda criticou a saída de Barros da CPI. "Acho que ele se sentiu incapaz", declarou. "Pelo menos foi isso que, hoje (ontem), eu vi no jornal", finalizou.

O nome do integrante que irá substituir Barros deverá ser anunciado oficialmente hoje. Pela disposição das bancadas, a indicação pertence ao Democratas, mas o partido poderá abrir mão da prerrogativa. Neste caso, a vaga poderá ficar com a vereadora Délia Razuk (PMDB). "Vamos definir isso com a presidência da Câmara e a assessoria jurídica", encerrou Longhi.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também

Grupo tailandês quer <br> investir no turismo de MS
HOTELARIA

Grupo tailandês quer
investir no turismo de MS

Mente serena
CINCO PERGUNTAS

Mente serena

ECONOMIA

Decreto cria comitê técnico para desenvolvimento do mercado de combustíveis

BRASIL

'Falta apenas ouvir o Queiroz', diz Bolsonaro

Mais Lidas