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VIOLÊNCIA

Venezuela tem mais duas mortes relacionadas a protestos

19 MAR 14 - 20h:00FOLHAPRESS

Um funcionário da prefeitura de Caracas e um estudante de San Cristóbal, capital do Estado de Táchira, foram assassinados na noite de ontem na Venezuela, elevando para 31 o total de mortos relacionados a protestos contra o governo no país desde 12 de fevereiro.
Francisco Rosendo Marín foi morto no bairro Montalbán, zona oeste de Caracas, quando desmontava uma barricada erguida por opositores.

"Francisco cumpria seu trabalho de manter a paz quando foi emboscado por terroristas. Nós os encontraremos mesmo que se escondam sob as pedras", disse Jorge Rodríguez, prefeito chavista de Libertador, um dos municípios que formam a região metropolitana da capital.

Em San Cristóbal, autoridades confirmaram a morte do estudante Anthony Rojas, atingido por um tiro.

Segundo um porta-voz do prefeito Daniel Ceballos, da oposição, o estudante foi morto por motoqueiros armados, que integram grupos conhecidos como "coletivos", que tentavam dispersar uma manifestação na cidade.
OEA

A deputada opositora María Corina Machado partiu ontem da Venezuela para falar na Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre os protestos em seu país.
O Panamá cedeu seu assento no órgão para que a deputada faça o seu relato, e a sua fala deve acontecer amanhã.

"Estou saindo da Venezuela para atender a corajosa e solidária oportunidade com que o governo de Panamá brindou os venezuelanos", escreveu a deputada em seu Twitter.

A viagem da deputada se dá um dia após o Parlamento do país, de maioria chavista, pedir que sua imunidade parlamentar seja derrubada para que possa ser investigada por envolvimento nos protestos antigovernistas.

"Pensavam que com seus ataques iriam nos dobrar; agora somos invencíveis", escreveu.
Junto com Leopoldo López, preso há mais de um mês, e Antonio Ledezma, prefeito de Caracas, a deputada convocou os venezuelanos para saírem às ruas em 12 de fevereiro, num protesto pacífico, para pedir a saída do governo.

Naquele dia, ocorreram as três primeiras mortes devido a protestos no país.
No dia 5 passado, o presidente Nicolás Maduro rompeu relações com o Panamá, que havia pedido à OEA que convocasse uma reunião para tratar da situação na Venezuela.
 

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