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MASSACRE REALENGO

Vendedores de armas confessam arrependimento

Vendedores de armas confessam arrependimento
09/04/2011 12:00 - Da Redação com Agências de Notícias


Os dois homens apresentados neste sábado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Izaías de Souza e Charleston Souza de Lucena, afirmaram estarem arrependidos de terem vendido uma das armas utilizadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira no massacre da escola Tasso da Silveira. "Fizemos um mal danado. Bate um arrependimento", disse Charleston, pai de três filhos pequenos.

"Passou pela cabeça o arrependimento, com certeza. Se soubesse que a arma era para isso jamais teria feito o negócio. Eu tenho filho também. Não sou negociante de armas. Sou trabalhador. Imagina se fossem as minhas filhas. Me veio lágrimas nos olhos pelas vítimas. Espero que a justiça faça o que tem para fazer. Eu tenho parte da culpa, mas culpa direta no assassinato das vítimas eu não tenho. Depois do acontecido a gente tem que se arrepender", disse Izaías.

Os dois disseram que não sabiam das intenções de Wellington ao adquirir a arma calibre 22 e, em depoimento, informaram que o atirador disse que precisava se defender, pois morava sozinho. Izaías e Charleston já tinham passagem pela polícia e, em prisão preventiva, foram autuados por comércio ilegal de arma de fogo. Se condenados, podem pegar de quatro a oito anos de prisão. Nenhum dos dois será indiciado por co-autoria nos assassinatos.

Segundo os policiais cariocas o outro revólver, de calibre 38, ainda não pode ser rastreado.

Felpuda


É grande a expectativa em torno de qual foi a justificativa de conhecida figura que beneficiou sujeito, e este, aproveitando a, digamos, boa vontade demonstrada, simplesmente “sumiu do mapa”. Órgão nacional pediu explicações para o “benfeitor”, e o prazo já venceu. Como as decisões por lá não ficam escondidas do distinto público, logo, logo, a curiosidade deverá ser contemplada. É esperar para conferir!