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VAREJO NACIONAL

Vendas no comércio de MS ficam abaixo da média

Vendas no comércio de MS ficam abaixo da média
15/03/2011 17:08 - DA REDAÇÃO


As vendas do comércio varejista registraram crescimento no primeiro mês do ano, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A média nacional ficou em 8,3% e a de Mato Grosso do Sul, em 5,3%.

Segundo o estudo, o aumento das comercializações foi de 1,2% frente a dezembro passado e de 8,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Com o resultado mensal, o setor completa nove meses consecutivos de taxas positivas nas vendas.

Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 10,7%. Já a receita nominal cresceu 1,1% no mês, 13,3% na comparação com janeiro do ano passado e 14,5% nos últimos 12 meses.

Por segmento
Dentre os segmentos que foram destaques naquele mês estão Móveis e eletrodomésticos, cujo aumento das vendas foi de 2,7% na comparação com dezembro e de 19,1% frente a janeiro de 2010.

O grupo Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou avanço nas vendas de 1,2%, frente ao mês imediatamente anterior. Na comparação anual, houve aumento de 4,2% nos negócios.

Por sua vez, o conjunto Material de construção elevou em 1,1% as vendas no mês de janeiro. Frente ao mesmo período do ano passado, houve alta de 16,5%

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com alta mensal de 0,5% e anual de 12,7%; bem como Tecidos, vestuário e calçados (alta de 0,5% no mês e de 9,8% no ano); e Combustíveis e lubrificantes (0,3% no mês e 6,3% no ano) fecham a lista.

Em contrapartida, Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,1%); e Veículos e motos, partes e peças (-7,1%) registraram queda na comparação mensal.


Com informações do Infomoney

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?