Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

MERCADO IMOBILIÁRIO

Valorização de terrenos chega a 2.100% na Capital

Valorização de terrenos chega a 2.100% na Capital
04/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


De norte a sul, as construções de shoppings, condomínios e supermercados contribuíram para a valorização dos terrenos de Campo Grande, nos últimos dez anos, segundo reportagem na edição desta terça-feira (04) no jornal Correio do Estado. Algumas regiões chegaram a valorizar 2.100%, como o Bairro Aero Rancho, no sul da cidade. Mas, depois do ‘boom’ da construção civil e do mercado imobiliário, as vendas de imóveis tiveram tímida desaceleração, pelo menos para o construtor Roberto de Jesus Borges. Ele trabalha na área há seis anos e diz que durante esse período viu os custos das obras aumentarem.

O valor do metro quadrado de um lote no Aero Rancho, por exemplo, saltou de R$ 5, em 2003, para R$ 110, em 2013. A região foi a que mais valorizou e atingiu majoração de 2.100%, em fevereiro deste ano, segundo dados divulgados pela Câmara de Valores Imobiliários de Mato Grosso do Sul (CVI/MS). Isso equivale a dizer que um terreno, que há dez anos custava R$ 1,8 mil, atualmente é vendido por R$ 39,6 mil. Com o investimento de hoje, na época era possível comprar 22 terrenos idênticos.

A consequência desse aumento não é tão positiva assim para o construtor, segundo Borges, que na maioria das vezes deixa de repassar o reajuste para o cliente na tentativa de concretizar a venda do imóvel em menos tempo. “Na verdade acompanhei essa evolução. Há um tempo atrás, antes de eu terminar o imóvel, a casa já estava vendida, hoje acontece de eu terminar e demorar uns meses ainda para conseguir vender. A oferta está muito grande e está mais difícil de vender, até por causa do preço, porque essa supervalorização dos terrenos acabou encarecendo demais o imóvel”, explicou. A reportagem é de Gabriela Pavão.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!