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'Vácuo' na Sudeco será debatido hoje com Palocci

7 JUN 2011Por DA REDAÇÃO00h:01

Coordenadores das bancadas federais de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal (DF), Goiás e Mato Grosso vão cobrar do minsitro da Casa Civil Antonio Pallocci, hoje, solução para vácuo institucional na Sudeco, que impede andamento de mais de mil projetos. Somente em Mato Grosso do Sul o valor de projetos parados superaria os R$ 100 milhões.

O deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS), coordenador da bancada federal de Mato Grosso do Sul, e os coordenadores das bancadas de Mato Grosso, deputado Wellington Fagundes (PR), de Goiás, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), e do Distrito Federal, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), vão discutir o assunto com Palocci.

A ‘paralisia’ na Sudeco foi tema de audiência realizada na semana passada no Ministério da Integração Nacional, quando o governador André Puccinelli e os parlamentares da bancada federal de MS reclamaram solução de continuidade de projetos que estavam sob analise da extinta Secretaria Nacional de Desenvolvimento do Centro Oeste, além das nomeações na Sudeco, para onde foram canalizados todos os processos.

O ‘vácuo institucional’ na Sudeco foi abordada de novo nesta quinta-feira pelo coordenador da bancada de MS, deputado Geraldo Resende, em pronunciamento durante o chamado ‘pequeno expediente’ da Câmara Federal. “Além das centenas de projetos, mais de mil processos que estão parados, há restos a pagar e recursos a serem empenhados para obras estratégicas, como é o caso da Sul Fronteira”, disse.

Segundo o coordenador da bancada de MS, a nomeação de dirigente para a Sudeco é a principal medida que será reivindicada a Palocci na audiência de hoje, porque o órgão está totalmente paralisado, mas em seguida será necessária a estruturação funcional dos departamentos e coordenadorias no âmbito da Sudeco para que os processos possam ser encaminhados. Ao todo são 23 cargos que migraram para a Superintendência.

“Há uma grande preocupação porque foi baixado decreto que prevê o cancelamento de todos os contratos e convênios inscritos em restos à pagar de 2009, se não forem liquidados até o dia 30. Há projetos de drenagem, pavimentação, urbanização, mobilidade e complementação urbana e de desenvolvimento. Se os processos não andarem, Mato Grosso do Sul e os demais estados do Centro-Oeste vão perder milhões de investimentos”, disse Geraldo Resende.


 

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