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CIDADES

Umidade cai para apenas 13%, a menor deste ano

Umidade cai para apenas 13%, a menor deste ano
11/08/2010 07:22 -


Silvia Tada

Municípios de Mato Grosso do Sul registraram ontem os índices mais baixos de umidade relativa do ar do ano. A situação mais crítica foi em Coxim e São Gabriel do Oeste, na região norte do Estado, onde a umidade caiu para apenas 13%, considerado “estado de alerta”, já que o ideal é 60%. Campo Grande teve também o menor índice deste ano, com 16% de umidade, o mesmo registrado nas cidades de Paranaíba e Cassilândia, na região do Bolsão.  
Na Capital, a temperatura máxima chegou a 33 graus ontem. Nesta semana, por duas vezes, os valores da umidade chegaram a 19% e, no dia 25 de julho, chegou a 18% em Campo Grande. O registro da quarta-feira foi feito na região do Aeroporto Internacional de Campo Grande, conforme detalhou a meteorologista Cátia Braga, do Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos (Cemtec/MS).
Mesmo com a chegada de uma frente fria ao Estado na sexta-feira, que derrubará as temperaturas em todas as regiões, o tempo continuará seco. A temperatura mínima no fim de semana pode chegar a 5 graus na região sul de Mato Grosso do Sul, com pequena elevação da umidade, que atinge os 50%. Nas outras regiões, porém, o tempo será frio e seco.
O Instituto Nacional de Meteorologia divulgou alerta para a ocorrência de ventos fortes, de 60 a 80 quilômetros por hora, de hoje até amanhã, nas regiões centro e sul de MS. Na Capital, a temperatura começa a cair no período da tarde de amanhã, com a chegada da frente fria que vem da Argentina. No sábado, as temperaturas mínimas devem ser de 6 graus e a máxima não passa de 20 graus.
De acordo com Cátia Braga, a partir do dia 20 pode ocorrer chuva, abaixo de cinco milímetros e, no dia 22, um pouco mais que esse volume. Na Capital, já não chove há cerca de 20 dias.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.