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domingo, 17 de fevereiro de 2019 - 13h03min

Um anjo mau

16 ABR 10 - 20h:51

Mariana Trigo, TV Press

 

Apesar do jeito frágil, visual retrô, pele alva e aparência de "biscuit", Débora Falabella sempre imprimiu força e uma certa petulância aos personagens que interpretou. Essa ambivalência traz equilíbrio e imprime personalidade aos constantes papéis de destaque que esta atriz, de 31 anos, coleciona na tevê – desde que estreou como a inquieta Antônia em "Malhação".

De lá para cá, esta mineira de Belo Horizonte colecionou tipos fortes em novelas e minissérie. No entanto, em seus 15 anos de carreira, Débora ainda não havia interpretado uma vilã ou feito qualquer personagem com vertente cômica. Mas, em seu primeiro trabalho após o nascimento da filha Nina, há 10 meses, a atriz volta à tevê unindo estas duas características na pele da maquiavélica e ruiva Beatriz, em "Escrito nas estrelas". Na trama de Elizabeth Jihn, a personagem de Débora é aliada da mãe Sofia, de Zezé Polessa, que interpreta uma mulher interesseira e arma todas ao lado da filha. Voltar a trabalhar em uma novela das seis é bem mais calmo pelo ritmo de gravação. O que parece que não vai ser tranquilo são as armações da Beatriz. "Ela é uma mau-caráter, não vale nada. Mas tem um lado cômico forte para contrabalançar", adianta.

Em 15 anos de carreira na tevê, você nunca interpretou uma vilã. Por que demorou tanto?

R - Às vezes olho para trás e falo: "nossa, já trabalhei demais!". Acho que já fiz muita coisa e fui deixando a carreira me levar mesmo. Não pintou uma personagem assim antes. Queria muito não só fazer uma vilã, mas uma personagem voltada para a comédia e papéis diferentes do que já tinha feito. Estava sempre na mesma linha de trabalho. É desafiador poder brincar em cena e pirar nas loucuras com uma atriz que também se propõe a isso, como a Zezé Polessa. A gente não improvisa muito no texto, mas nas ações.

Às vezes olho para trás e falo: "nossa, já trabalhei demais!". Acho que já fiz muita coisa e fui deixando a carreira me levar mesmo. Não pintou uma personagem assim antes. Queria muito não só fazer uma vilã, mas uma personagem voltada para a comédia e papéis diferentes do que já tinha feito. Estava sempre na mesma linha de trabalho. É desafiador poder brincar em cena e pirar nas loucuras com uma atriz que também se propõe a isso, como a Zezé Polessa. A gente não improvisa muito no texto, mas nas ações.

Estrear numa vilã cômica traz leveza e ameniza a maldade?

R - Acho que ameniza mesmo. Foi bom fazer essa primeira vilã na tevê dessa forma, porque vilão é um personagem muito pesado, você acaba mexendo com situações mais carregadas. Sei que ela não é uma vilã de novela das oito, como a Flora, da Patrícia Pillar, que se mostrou uma grande vilã (em "A favorita"). Ela é malvada, mas joga para o humor, as coisas que ela faz dão errado. A novela tem uma suavidade no núcleo dela.

Acho que ameniza mesmo. Foi bom fazer essa primeira vilã na tevê dessa forma, porque vilão é um personagem muito pesado, você acaba mexendo com situações mais carregadas. Sei que ela não é uma vilã de novela das oito, como a Flora, da Patrícia Pillar, que se mostrou uma grande vilã (em "A favorita"). Ela é malvada, mas joga para o humor, as coisas que ela faz dão errado. A novela tem uma suavidade no núcleo dela.
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