Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

Ucranianos manifestam-se contra agressão a jornalista

Ucranianos manifestam-se contra agressão a jornalista
26/12/2013 16:15 - AGÊNCIA BRASIL


Centenas de ucranianos manifestaram-se hoje (26) na capital, Kiev, em frente ao Ministério do Interior, contra a agressão a uma jornalista que faz oposição ao governo, Tetyana Chornovil. A violência foi condenada por países ocidentais e provocou clamor na Ucrânia.

Tetyana Chornovil, repórter de um jornal online, autora de artigos críticos ao presidente ucraniano e opositora do governo, foi espancada na noite de terça (24) para quarta-feira (25) por dois desconhecidos. A jornalista teve o nariz quebrado, sofreu uma concussão e múltiplos traumatismos.

Ela foi agredida nos subúrbios de Kiev, quando voltava de um trabalho em que fotografou a casa de campo do ministro do Interior, acusado pela oposição de ser responsável pela repressão contra uma manifestação de estudantes no final de novembro. As fotos foram publicadas por um jornal digital em um artigo intitulado “Aqui vive o carrasco”.

Nesta quarta-feira (25), os manifestantes empunharam fotografias da jovem mulher desfigurada, tiradas após a agressão, enquanto gritavam “Zajarchenko [Vitali Zajarchenko, ministro do Interior], demissão!”. Em um dos cartazes lia-se: “Abaixo o carrasco”. Alguns manifestantes seguravam retratos do presidente, Viktor Ianukovich, virados de cabeça para baixo, com a inscrição “golpe de Estado”.

A agressão contra a jornalista gerou revolta na Ucrânia. A oposição convocou uma manifestação para o próximo domingo (29), no centro de Kiev, para apoiar a jovem. Tetyana Chornovil é conhecida na Ucrânia por fazer investigações sobre corrupção entre os altos cargos da administração do presidente Viktor Ianukovich.

Em Kiev, há mais de um mês, há forte contestação contra o regime , depois de o governo ter privilegiado acordos com a Rússia em detrimento de uma aproximação à União Europeia.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.