Segunda, 19 de Fevereiro de 2018

JUSTIÇA

TRT de Mato Grosso do Sul tem quarto lugar na Semana de Conciliação

7 DEZ 2010Por DA REDAÇÃO19h:01

Os trabalhos da 24ª Região do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Mato Grosso do Sul (62%) ficaram em quarto lugar no ranking dos acordos efetuados durante a Semana Nacional da Conciliação. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e traz em primeiro lugar a 22ª Região (Piauí), com índice de 74%, seguido da 7ª Região (Ceará), com 68% e da 8ª Região (Pará e Amapá), com 66%,

Outros dois TRTs se destacaram quanto ao número de audiências realizadas: o da 2ª Região (São Paulo), com 17.246 audiências, e o da 1ª Região (Rio de Janeiro), com 11.384 audiências. Segundo o CNJ, durante a semana (de 29 de novembro a 3 de dezembro) foram realizadas 303.479 audiências, envolvendo 51 dos 91 tribunais brasileiros, com atendimento a 702.219 pessoas. Do total de audiências marcadas (375.416), mais de 80% foram realizadas, resultando na formalização de 140.225 acordos que, em valores homologados, somam R$ 798,07 milhões.

A Semana Nacional da Conciliação, além de ter sido marcada pela realização de grandes acordos, sobretudo de causas que envolveram empresas e trabalhadores, mobilizou, de um modo geral, 83.616 participantes, entre magistrados, juízes leigos, conciliadores, colaboradores e servidores dos tribunais. Dentre o ramo do Judiciário que realizou maior número de audiências, o grande destaque da Semana foi a Justiça Estadual, responsável por 206.971 audiências realizadas e pela homologação de 98.294 acordos. Em segundo lugar ficou a Justiça do Trabalho, onde foram realizadas 73.803 audiências e formalizados 28.914 acordos. E em terceiro lugar, a Justiça Federal, com realização de 22.705 audiências e 13.017 acordos. Em relação ao montante de valores homologados, o primeiro lugar disparado foi observado na Justiça do Trabalho, que movimentou acordos no valor de R$ 446,8 milhões. Seguida pela Justiça Estadual (que movimentou R$ 242,6 milhões) e pela Justiça Federal (R$ 108,6 milhões).

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