Trecho da 262 está sendo reconstruído

Trecho da 262 está sendo reconstruído
08/02/2010 07:12 -


São os últimos 220 km da rodovia que nasce no Espírito Santo, implantados nos anos 80 sem levar em conta as condições do solo da planície pantaneira. A base frágil dos aterros numa região alagável ocasiona infiltrações, buracos e erosão na pista sem acostamento. Erros de cálculo que, somados à falta de investimento para manutenção, tornavam a rodovia intransitável. O abandono da 262 agravou- se com o sucateamento da ferrovia, que tem o mesmo traçado, aumentando o fluxo de cargas pesadas numa pista em constante deterioração e mal sinalizada. Os paliativos tapaburacos não suportavam o tráfego, algumas vezes interrompido. O isolamento de Corumbá tinha efeitos desastrosos para sua economia, em especial ao turismo. Ao se voltar para o Pacífico, buscando encurtar distâncias e reduzir custos até os mercados da Ásia e Japão, o governo brasileiro decidiu apoiar a Bolívia na conclusão da chamada Carretera (são 650 km de Santa Cruz de La Sierra à fronteira) e priorizou também a BR-262. No ano passado, foram anunciados R$ 250 milhões para recuperar a rodovia, de Três Lagoas a Corumbá. Nova estrada O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) executa quatro contratos entre Anastácio e Corumbá, um dos trechos (285 km) que exigiam maior investimento. “Estamos, definitivamente, implantando uma estrada de boa qualidade”, garante o superintendente do órgão, Marcelo Miranda Soares. As obras serão concluídas em meados deste ano, segundo cronograma. Além do novo pavimento e recuperação do aterro, a faixa de rolamento está sendo alargada de sete para 12 metros e com implantação de acostamento. A obra foi embargada pelo Ibama em 2009, por falta de licenciamento ambiental, mas retomou em ritmo acelerado. O projeto inclui a construção de passagem de animais para evitar atropelamentos, bem como cercas vivas e arbustos.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".