sexta, 20 de julho de 2018

?Transplante descartável? de fígado é bem-sucedido nos Estados Unidos

28 FEV 2010Por 18h:40
     

Jonathan Nunez tinha 8 meses de idade quando um transplante de fígado salvou sua vida. Três anos depois, seu corpo rejeitou o transplante, atacando-o de forma tão violenta que o órgão foi desgastado e desapareceu, mal deixando rastro.

O resultado, aparentemente um desastre, era exatamente o que os médicos esperavam. Eles tinham, propositadamente, interrompido o remédio antirrejeição porque Jonathan já não precisava mais do órgão transplantado. Seu próprio fígado tinha se regenerado ? exatamente como esperado.

Jonathan, um garotinho de 4 anos com um sorriso tímido e apaixonado por dinossauros, faz parte de um pequeno grupos de crianças nos Estados Unidos que passaram por um tipo bastante incomum de cirurgia de transplante, uma operação que ? para as poucas pessoas elegíveis ? oferece uma vantagem tremenda: uma vida normal, livre de remédios contra rejeição que suprimem o sistema imunológico e aumentam o risco de infecções, câncer e outros problemas. Normalmente, pacientes de transplante devem tomar essas drogas poderosas por toda a vida.

Em transplantes-padrão, o órgão doente é completamente removido e um novo é colocado em seu lugar. A diferença na operação de Jonathan e outras crianças é que apenas uma parte do fígado do paciente é removida, e é substituída por uma parte do fígado do doador. Primeiro, para evitar a rejeição, o paciente toma as drogas usuais.

As informações do New York Times

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