Domingo, 18 de Fevereiro de 2018

Trabalho é redenção e esperança para reeducandas

14 MAR 2010Por 14h:21
     

Adélia, Neusa, Ilma, Aparecida, Luiza, Eulália e outras tantas internas do Sistema Penitenciário, em um total de mais de três dezenas de mulheres, encontraram no trabalho o caminho para reconstruir a vida interrompida pela prática criminal. Elas são beneficiárias da atuação persistente e da confiança depositada por instituições como o Conselho da Comunidade de Campo Grande, a 2ª Vara de Execução Penal e a Agência de Administração do Sistema Penitenciário. Nessa corrente, outro elo forte são organizações públicas e privadas que aceitaram dar emprego e oportunidade de recomeço às reeducandas.

Através do Conselho da Comunidade, 33 internas do regime semiaberto estão atualmente empregadas. Os homens ? maioria no sistema prisional ? também são em maior número entre os que estão empregados pelo programa. Mas as oportunidades para o público feminino estão aumentando, segundo o presidente do Conselho, uma entidade sem fins lucrativos, Nereu Rios. ?Já estamos fechando com a OAB/MS o emprego de três trabalhadoras, e no projeto de reparo de conjuntos escolares também devemos empregar mulheres?, conta Rios, citando novas ações que de imediato deverão absorver ainda mais essa mão-de-obra.

A experiência de dez anos com os reeducandos mostra que a reincidência no crime cai mais de 80% entre os que trabalham. Nereu avalia que, no caso das mulheres, esse resultado é ainda melhor.

As informações são do Portal Notícias MS

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