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CIDADES

Trabalhadores do setor querem o fim da circulação de dinheiro

Trabalhadores do setor querem o fim da circulação de dinheiro
19/02/2010 08:30 -


Profissionais ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo reivindicam maior segurança para trabalhar. Eles querem o fim da circulação de dinheiro nos ônibus e a implantação exclusiva do cartão de passageiro. “Mesmo se for em quantidade pequena, o assaltante sabe que haverá dinheiro nos carros”, lamentou o secretário do sindicato, Vicente Carlos Inácio. Hoje, a quantidade máxima que os carros podem circular com dinheiro nos caixas é de R$ 70. A saída, explicou o presidente do sindicato Francisco de Oliveira, seria a venda dos cartões e passes nos terminais e em locais específicos no centro da cidade, próximo dos pontos de ônibus. “Isso já ocorre em Curitiba (PR). Dentro do ônibus não há dinheiro. Isso diminuiria os casos de assalto”. Outro problema enfrentado é a falta de punição para quem pratica o crime. “A Polícia Militar até prende os jovens que fazem isso, mas a Justiça solta. A impunidade é outro problema”, alertou o sindicalista. Hoje, os profissionais prometem fazer nova manifestação no centro da cidade. Segundo a Assetur, 30% dos passageiros ainda usam dinheiro para pagar pela passagem, mesmo com a diferenciação do preço. Quem usa o cartão e compra a passagem antecipada para R$ 2,3 e quem paga pela passagem dentro dos ônibus desembolsa R$ 2,5. O usuário pode optar, também, pelo cartão unitário, adquirido em pontos de venda fixos ou volantes. Fontes ligadas às autoridades de trânsito indicam que uma das alternativas seria diferenciar ainda mais esses valores, para incentivar o usuário a migrar para o uso do cartão. A Prefeitura de Campo Grande discute com Assetur os novos valores da tarifa de ônibus, que devem entrar em vigor em março. (ST)

Felpuda


O sumiço de algumas figurinhas carimbadas da política não acontece em virtude da necessidade de isolamento como uma das formas de prevenção à pandemia. Em verdade, seria porque não têm mesmo o que e a quem falar. Com o advento das redes sociais, quem acha que fazer campanha eleitoral continua como na época do “eu prometo” está a um passo de ver o sonho de conquistar mandato se transformar em pesadelo. Pelo jeito, não estão nem conseguindo dormir.