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Torneio de tênis segue sem contar com atletas do Estado

Torneio de tênis segue sem contar com atletas do Estado
25/08/2010 05:48 -


Eduardo Miranda

O 1º Torneio Campo Grande - Internacional de tênis segue até domingo, agora sem atletas de Mato Grosso do Sul. Ontem, o único anfitrião que restava, Júlio Benegas, foi eliminado pelo paulista Rafael Camilo por 2 sets a 0, parciais de 6-2 e 6-4.
Na segunda-feira, primeiro dia de competição, Camilo já havia perdido no torneio de duplas, ao lado de Matheus Costa, para André Ghem/Rodrigo Guidolin (SP/DF) por 2 a 0 (6-3 e 6-1). Também na segunda-feira, o campo-grandense Marcus Meyer sucumbiu diante do brasiliense Eládio Ribeiro Neto por 2 sets a 0, com um duplo 6-0. Eládio é um dos cabeças de chave do torneio, e está na posição nº 400 do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP).
“Saio deste torneio contente. Vendi muito caro o jogo para o Camilo. Para um tenista que está há quase quatro anos longe de grandes torneios como este aqui, estou muito satisfeito com meu desempenho”, disse o campo-grandense Júlio Benegas. “Foi um jogo duríssimo. Enfrentar o atleta da casa não é fácil. Mas agora tenho de pensar nos próximos adversários”, comentou Rafael Camilo.
Ontem os confrontos das oitavas de final no torneio de simples foram definidos. Os cabeças de chave da competição, detentores das melhores posições no ranking da ATP, confirmaram o favoritismo e seguiram em frente na disputa.
Eládio Ribeiro Neto, Rodrigo Guidolin, os argentinos Pablo Galdón e Juán Pablo Amado, e o uruguaio Marcel Felder estão classificados para faturar o prêmio de R$ 15 mil oferecido pela organização do torneio, e mais 33 pontos no ranking da ATP.
As finais do torneio internacional de Campo Grande estão marcadas para domingo, no Rádio Clube Campo.

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.