MUDANÇAS

Tombamento da Afonso Pena divide opiniões de campo-grandenses

Tombamento da Afonso Pena divide opiniões de campo-grandenses
01/07/2012 00:00 - DANIELLA ARRUDA


Possibilidade de tombamento judicial do canteiro central da Avenida Afonso Pena, que foi proposta pelo Ministério Público Estadual nesta semana e atualmente está sob análise do Poder Judiciário estadual, divide opiniões de cidadãos campo-grandenses ouvidos ontem (30) pelo Correio do Estado.

De um lado, está em jogo a preservação das características de um dos maiores cartões postais da cidade, e do outro, a adequação de Campo Grande a um fluxo de veículos cada vez maior a cada ano, o que requer melhorias no sistema de trânsito e em consequência na principal via de circulação da Capital sul-mato-grossense, de 7,5 quilômetros de extensão. Uma delas está em estudo pela Prefeitura — o estreitamento em até 1,5 metro de alguns trechos do canteiro da avenida, para dar lugar a corredores de transporte coletivo, proposta que já foi aprovada pelo Ministério das Cidades.

Embora reconheça que a Prefeitura tem autonomia para promover mudanças no canteiro da Avenida Afonso Pena, o aposentado Ataliba Alli, 71 anos, é contra alterações radicais que possam desfigurar um dos diferenciais da Avenida Afonso Pena, o canteiro arborizado. “Essas árvores estão aí há 80 anos. Eu era moleque e essas árvores eram pequenas, mas o meu pai viu quando elas foram plantadas, na época em que ali (Praça Ary Coelho) era cemitério. Acho que não pode mexer”, comentou.

Leia mais no Correio do Estado

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".