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CIDADES

Tiro que matou menor em assalto era para impedir perseguição

Tiro que matou menor em assalto era para impedir perseguição
19/02/2010 08:29 -


O disparo que provocou a morte do adolescente Paulo Henrique Rodrigues, de 17 anos, durante assalto na última quarta-feira, no Bairro Jardim Tarumã, tinha por objetivo impedir que ele perseguisse os ladrões. A conclusão é da Polícia Civil, que está investigando o crime. O assalto aconteceu no final da manhã de quartafeira, na Mercearia Vidal, localizada na esquina das ruas Acaiá e Itaoca. A vítima, que era parente dos proprietários do estabelecimento comercial, estava do outro lado da rua quando foi baleada. O caso foi encaminhado ontem para a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), responsável pela investigação e pelo encaminhamento do inquérito. Sem perseguição Para a Polícia Civil, com base nas diligências preliminares desenvolvidas em torno do crime, o jovem não se envolveu no assalto e os ladrões dispararam em sua direção com a intenção de intimidá-lo para que não se envolvesse em uma possível perseguição. Paulo Henrique trabalhava na bicicletaria dirigida pelo padrasto, Ivanilton de Souza Neves, 32 anos. Na quarta-feira, Paulo Henrique foi baleado por volta das 11h30min, durante um assalto à Mercearia Vidal. Ele consertava a bicicleta de um vizinho, no outro lado da rua, quando foi acertado por um disparo feito pelos bandidos. Ele levantou-se ao ver o roubo que estava acontecendo na mercearia dos parentes e um tiro acertou-lhe o peito. O adolescente não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar ao Centro Regional de Saúde da Coophavila II, bairro próximo ao Jardim Tarumã. A família ficou abalada com o crime e conta que esse foi o segundo assalto à mercearia em duas semanas. Os ladrões levaram R$ 40 e fugiram a pé. A Polícia Militar foi chamada ao local, e fez buscas, mas não conseguiu encontrar nenhum dos assaltantes. Ainda não há pistas dos marginais.

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.