Sábado, 24 de Fevereiro de 2018

CASO ELIZA

Testemunhas de acusação são ouvidas em audiência sobre o caso Bruno em Minas

13 OUT 2010Por FOLHA ONLINE11h:17

Começou por volta das 9h40 desta quarta-feira a audiência sobre o suposto sequestro e assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes de Souza. As três primeiras pessoas a serem ouvidas serão testemunhas de acusação. Em seguida prestarão depoimento outras 11 testemunhas de defesa.

Essa nova audiência acontece no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, e é presidida pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues. Nos próximos dias, também devem ser ouvidos Bruno e outros réus do processo.

Na semana passada, o adolescente de 17 anos, primo de Bruno, disse em outra audiência que inventou a história de que partes do corpo de Eliza foram comidas por cães.

Segundo informações do Tribunal de Justiça de Minas, o jovem disse também que, entre os depoimentos que prestou sobre o caso, o mais verídico foi o do dia 22 de julho, no Juizado da Infância e Juventude de Contagem. No mesmo local, em outro depoimento, ele chegou a afirmar que não havia presenciado a morte de Eliza, mas que vira seu corpo ser jogado a cães.

Também durante a audiência, o adolescente disse à juíza que conhece um amigo de Bruno chamado por Bola desde o ano passado, e que chegaram a sair algumas vezes em Minas. Questionado se o Bola que conhecia era Marcos Aparecido dos Santos, acusado de ser o autor da morte de Eliza, ele disse que não. Ele pediu desculpas a Santos, que estava sentado a sua frente, por envolvê-lo na história e disse que não o conhecia.

AUDIÊNCIA

Além de Bruno, o adolescente e Santos, participaram da audiência Luiz Henrique Romão (o Macarrão), Elenilson Vitor da Silva (administrador do sítio de Bruno), Wemerson Marques de Souza (o Coxinha), Flávio Caetano de Araújo e Sérgio Rosa Sales (o Camelo, primo de Bruno), Dayanne Fernandes (ex-mulher de Bruno) e Fernanda Gomes de Castro (ex-namorada de Bruno).

Outra testemunha de acusação arrolada foi o delegado Júlio Wilke, que terminou seu depoimento somente na madrugada de sábado.

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