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FIM DE FÉRIAS

Tensão na Câmara e calmaria na Assembleia

Tensão na Câmara e calmaria na Assembleia
03/02/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


A Assembleia Legislativa e a Câmara Municipal de Campo Grande retomam hoje os trabalhos legislativos em posição antagônica. Os deputados estaduais não estão em guerra com o governador André Puccinelli (PMDB), que deve estar na sessão de abertura para leitura da sua proposta de governo para este último ano mandato. André não deverá enfrentar hostilização dos parlamentares, que preferem o silêncio ao confronto. Mas a maioria dos vereadores volta ao trabalho em clima de tensão. O relacionamento com o prefeito Alcides Bernal (PP) se deteriorou ainda mais com a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) de suspender o processo de cassação do seu mandato. A reportagem está na edição de hoje (03) do jornal Correio do Estado.

Depois da vitória na Justiça, Bernal vem sendo acusado de perseguir vereadores, de fazer descaso dos adversários e virar as costas aos novos aliados. O prefeito teria dito que governará Campo Grande sem o Legislativo, porque não precisará dos vereadores e não acredita mais na retomada do processo de cassação do mandato. A reportagem é de Adilson Trindade.

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.