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Técnico do Catar foi obrigado a votar em C. Ronaldo: ''Para limpar o nome de Blatter''

Técnico do Catar foi obrigado a votar em C. Ronaldo: ''Para limpar o nome de Blatter''
15/01/2014 06:00 - epocanegocios


Mais uma polêmica envolvendo o Catar, sede da Copa do Mundo de 2022, e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, veio à tona nesta terça-feira (14/01). Depois da cerimônia da Bola de Ouro, na última segunda (13/01), o técnico da seleção catariana, Al Zarra Fahad, teria recebido um pedido pessoal do presidente da federação do país, Hamad Bin Khalifa Bin Ahmed Al-Thani, para votar no português Cristiano Ronaldo.

“Eu recebi a ordem do meu presidente e me disseram para votar em Cristiano Ronaldo para limpar o nome de Blatter, como um agradecimento por trazer a Copa do Mundo para cá”, teria dito Al Zarraa Fahad, em declaração divulgada pelo site da ESPN internacional. Independentemente da polêmica, o treinador frisou que seu voto original era mesmo para que o português fosse eleito o melhor do mundo.

Blatter e Ronaldo se envolveram em polêmica no fim do ano passado, quando o dirigente da Fifa deu uma palestra em uma universidade inglesa, na qual fazia piada com o estilo “comandante” do português, que, por sua vez, reprovou as declarações. O suíço ainda admitiu sua preferência por Lionel Messi, que também concorria ao prêmio esta semana. O argentino ficou na segunda colocação, à frente do francês Franck Ribéry.

O torneio no Catar tem sido alvo de críticas em função da temperatura do no verão local – que pode chegar a 50ºC – além das condições de trabalho no país árabe. Segundo o jornal inglês The Guardian, os imigrantes que trabalham na organização do mundial vivem em condições semelhantes à escravidão. Outro ponto bastante criticado por sindicatos ao redor do mundo é o regime Kafala, no qual cabe ao patrão a função de autorizar ou não a saída do empregado do país.

Em janeiro do ano passado, a revista France Football (que organiza a Bola de Ouro em parceria com a Fifa) acusou as autoridades catarianas de comprar a Copa de 2022, revelando um esquema de interesse e influência política que envolveria o governo francês, o Paris Saint-Germain e até os presidentes da UEFA, Michel Platini, da Conmebol, Nicolás Leoz, e o então presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.

Felpuda


Partido está aos poucos montando a que vem sendo chamada de “chapa do quartel”, pois os pré-candidatos são oriundos da caserna. Há quem diga que os dirigentes da legenda ainda estão querendo pegar carona no “fenômeno Bolsonaro”, esquecendo-se que o presidente, embora vindo da área militar, está na política há 30 anos e o seu programa de governo agradou 57,7 milhões de eleitores. Dizem que tchurminha será obrigada a adicionar mais ingredientes no currículo, senão...