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Técnico do Barça admite que vômitos de Messi "não são normais"

Técnico do Barça admite que vômitos de Messi "não são normais"
08/03/2014 04:00 - TERRA


O treinador do Barcelona, o argentino Gerardo Martino, admitiu preocupação pelo estado físico da estrela argentina Lionel Messi, depois do atacante vomitar novamente durante uma partida, desta vez no amistoso de sua seleção contra a Romênia, na quarta-feira.

Recentemente, Messi já havia vomitado em campo durante a derrota do Barcelona para a Real Sociedad e Martino reconheceu que o jogador consultou especialistas para tratar de buscar uma solução para o problema.

"Não é uma situação normal, mas não é alarmante. Ele foi ver especialistas e ainda não conseguiu solucionar o problema", declarou o técnico em coletiva de imprensa.

"O importante é que isso não afeta em nada o desenvolvimento de seu trabalho. É algo que ele tem há um bom tempo", completou.

O Barcelona (2º) enfrentará no sábado o Valladolid (18º) sem muito tempo para se preparar, já que grande parte do elenco catalão atuou nos amistosos de meio de semana pelas diversas seleções mundiais.

"Foi uma semana muito curta. A maioria dos jogadores chegou na quinta-feira, sendo que só encontrei com alguns jogadores nesta sexta-feira", lamentou Martino.

Apesar de tudo, o técnico não quer desculpas: "Só trabalhamos esta partida por um dia, mas isso não serve de desculpa. É preciso entrar em campo concentrado, fazer uma boa partida e vencer".

O Barcelona é o segundo colocado da Liga Espanhola, a um ponto de distância do Real Madrid, que receberá no domingo o Levante (8º).

Martino falou também do adversário deste sábado, o Valladolid. "A partida me preocupa pelo que significa o rival, que está lutando contra a zona de rebaixamento e venceu quatro partidas como local, perdendo apenas duas. Em casa, eles são fortes", analisou o treinador.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?