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Campo Grande - MS, sexta, 14 de dezembro de 2018

Suspeitos da morte de garoto são frequentadores da Afonso Pena

3 FEV 2010Por 07h:34
Os suspeitos pela morte do garoto de 13 anos, cujo corpo foi encontrado segunda-feira, no Córrego Sóter, em Campo Grande, são assíduos frequentadores, aos domingos, dos altos da Avenida Afonso Pena. A informação é de um irmão da vítima que preferiu não se identificar. Auxiliar de serviços gerais, conta que por diversas vezes, ele e amigos discutiram com os rapazes que podem ser os responsáveis pela morte do menino. “De vez em quando a gente ia lá (nos altos da Afonso Pena) e os caras (os suspeitos) colocavam a gente para correr. Os conheço de vista”, explicou o jovem, por telefone, ao Correio do Estado. De acordo com relato do rapaz à Polícia Civil, no último domingo ele estava com o irmão mais novo, com outro de 16 anos, e mais dois amigos, ouvindo música nos altos da Afonso Pena. Por volta das 22 horas, três carros da cor preta aproximaram-se deles e os ocupantes desceram, identificandose como policiais e agrediram os cinco amigos, dando início a uma briga generalizada. “Eles estavam com correntes e revólveres. Vi que os carros eram Gol ou Golf por causa do símbolo”, disse o irmão da vítima, referindo-se ao emblema da Volkswagem. A briga só terminou com a chegada da Polícia Militar. Consta no registro policial que os suspeitos fugiram quando viram os militares. O grupo de amigos foi embora do local, em bicicletas, pouco depois das 23 horas. “Eu moro no Arnaldo Estevão de Figueiredo e fui pela Afonso Pena. Os outros moram no Colúmbia e foram pela Via Parque”, falou o irmão da vítima, ao explicar que todos saíram juntos da avenida e que seguiram por vias diferentes, e por este motivo, não testemunhou a morte do garoto. No boletim de ocorrência consta que o auxiliar de serviços gerais saiu antes dos demais da Afonso Pena. Sobre os responsáveis pela morte do irmão, o rapaz diz: “Fiquei sabendo que foram os mesmos caras da Afonso Pena e que eles estavam com taco de beisebol e correntes. Eles mataram meu irmão a pauladas e afogado”. Ele declara que os amigos e outro irmão contaram a ele sobre o que havia acontecido e que também tinham sido feridos. À Polícia Civil, o jovem falou que por volta de 7 horas de segunda-feira a mãe ligou para ele e disse que o filho não havia dormido em casa. Diante da situação, ele passou a procurar o menino pelas margens do córrego, na Avenida Via Parque, e encontrou o corpo submerso na água. Ele estava com ferimentos no peito e costas. O caso foi registrado como morte a esclarecer e está sendo investigado pela 3ª Delegacia de Polícia Civil, que não revela detalhes. Nenhum dos irmãos te m antecedentes criminais.
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