Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CIDADES

Suposto pastor é libertado depois de pagamento de fiança de R$ 400

Suposto pastor é libertado depois de pagamento de fiança de R$ 400
23/04/2010 07:28 -


NADYENKA CASTO

Está em liberdade desde quarta-feira, Elieser de Eliseu Simões, 29 anos, que na madrugada de terça-feira, protagonizou cenas cinematográficas de perseguição e tiros, por diversas ruas e avenidas de Campo Grande. Ele, que se identificou à polícia como pastor, foi solto após pagar R$ 400 de fiança. O valor foi pago por um amigo dele.
Elieser passou uma noite em uma das celas da 3ª Delegacia de Polícia Civil, após não obedecer ordem de parada da Polícia Militar (PM) e causar dano a uma das viaturas que o perseguia. A princípio, a fiança havia sido arbitrada em R$ 800. A família do suposto pastor negou-se a pagar, alegando que ele era uma pessoa problemática. A Defensoria Pública entrou com pedido de liberdade na Justiça, que foi negado. No entanto, a Justiça reduziu pela metade o valor da fiança.
Elieser dirigia um Ford Focus pela contramão, na Rua Joaquim Dornelas, próximo à Avenida Salgado Filho, quando policiais viram a infração de trânsito e solicitaram que ele parasse. O suposto religioso não obedeceu, dando início a perseguição, que seguiu até a Avenida Euler de Azevedo. Cerca de três horas depois, outras viaturas da PM localizaram Elieser com o veículo perto da Avenida Ceará, onde foi preso. O carro dele ficou danificado por conta dos tiros de advertência disparados pela polícia. Um Logan da PM, envolvido na perseguição, também ficou danificado, pois os policiais precisaram subir com ele na guia da Avenida Euler de Azevedo para evitar colidir de frente com o Focus. Se a colisão ocorresse, militares e Elieser poderiam ter morrido.
Elieser tinha uma carteira de graduado em Teologia, mas, não teria conseguido ser aprovado para ordenação como pastor.

Felpuda


Vêm aumentando que só os disparos de segmentos diversos contra cabecinha coroada que, até então, acreditava voar em céu de brigadeiro. O novo coronavírus chegou, ganhou espaço, continua avançando e atualmente tem sido o melhor cabo eleitoral dos adversários. A continuar assim, sem ações mais eficazes, o estrago político poderá ser grande. Observadores mais atentos têm dito que o momento não é de viver o conto da “Bela Adormecida”. Só!