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'ESQUEMA'

Superior Tribunal de Justiça investiga suposto mensalão do TJ no Estado

Superior Tribunal de Justiça investiga suposto mensalão do TJ no Estado
23/02/2014 16:15 - CELSO BEJARANO


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) investigam o suposto esquema de pagamento de propina envolvendo políticos e integrantes da corte do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul com a quadrilha que recebia dinheiro de empresas supostamente beneficiadas em licitações promovidas pela prefeitura de Dourados.

Desembargadores foram ouvidos por meio de carta precatória na sede da PF, em Campo Grande.

Já políticos sul-mato-grossenses com mandatos em Brasília teriam somas por fora pelas emendas parlamentares produzidas por eles que destinavam recursos aos municípios. Ainda hoje os nomes dos envolvidos não foram divulgados oficialmente, contudo, os casos seguiram ou para o STJ, Procuradoria da República e CNJ. “Quanto aos parlamentares e demais políticos que possuíam privilégio de foro, seus nomes (e os fatos a eles referentes) foram encaminhados às cortes superiores com atribuição de processá-los”, disse ao Correio do Estado o delegado da PF, Bráulio Galloni.

“... por determinação do senhor ministro relator [do CNJ], procedi à oitiva de alguns magistrados (TJ/MS), no interesse daqueles autos. O que havia foi encaminhado aos tribunais superiores (e PGR), e a esses órgãos cabe a avaliação quanto à suficiência ou não dos elementos existentes e poderão instruí-los com novas provas se assim entenderem necessário”, afirmou o delegado. Pelos vídeos gravados com permissões judiciais, o desembargador do TJ-MS, Claudionor Duarte, recebia uma quantia mensal que saía da conta da Assembleia Legislativa. Outro tanto seguia ao então chefe do MPE, Miguel Vieira e ao governador André Puccinelli. Todos negaram participação no esquema.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!