AÇÃO PENAL

STF julga recursos dos mensaleiros

STF julga recursos dos mensaleiros
26/02/2014 14:32 - AGÊNCIA BRASIL


O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou a sessão de julgamento de recursos da Ação Penal 470, o processo do mensalão. O julgamento foi retomado com as sustentações orais dos advogados de defesa do publicitário Marcos Valério, condenado a 40 anos de prisão, e de Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, ex-sócios dele, que cumprem mais de 25 anos em regime fechado. Como o julgamento não deve terminar hoje (26), uma sessão extra foi marcada para amanhã (27).

Após a manifestação dos advogados, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentará os argumentos da acusação. O voto do relator dos embargos infringentes, ministro Luiz Fux, e dos demais ministros serão proferidos a seguir.

Nesta fase do julgamento, os ministros vão decidir se oito condenados que tiveram quatro votos pela absolvição no crime de formação de quadrilha durante o julgamento principal em 2012 poderão ter as condenações revistas. Os recursos são chamados de embargos infringentes. Todos os réus que terão os recursos analisados estão presos para cumprir as penas em que não cabem mais recursos, como corrupção, peculato e evasão de divisas.

Após decidirem os infringentes que questionam as condenações por formação de quadrilha, os ministros vão decidir se três condenados que obtiveram quatro votos pela absolvição no crime de lavagem de dinheiro terão as penas revistas. Nessa situação, estão o ex-deputado João Paulo Cunha, o ex-assessor do PP João Claudio Genu e Breno Fischberg, ex-sócio da corretora Bônus Banval.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".