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POLÍTICA

Sonora Brasil apresenta quarteto de Brasília

Sonora Brasil apresenta quarteto de Brasília
23/07/2010 10:40 -


Thiago Andrade

O público de música erudita da Capital terá a oportunidade de prestigiar um dos principais quartetos de música erudita em atividade no País. Formado em 1986, o Quarteto de Brasília conta com importantes músicos da capital nacional, que se mantêm ativos no meio musical brasiliense. Eles são a atração de hoje, apresentando-se às 20h no Teatro Prosa do Sesc Horto e fazem parte da programação do Projeto Sonora Brasil 2010, que promove concertos com o objetivo de formar ouvintes musicais com um olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão musical.
Este ano, o projeto homenageia dois grandes compositores da música erudita brasileira: Claudio Santoro e César Guerra-Peixe. Com o tema “Música brasileira do século XX”, surgiu a oportunidade de trazer à tona e, também, divulgar dois importantes nomes da produção musical brasileira. Ambos foram fortemente ligados às vanguardas brasileiras, como, por exemplo, as experimentações dodecafônicas de Guerra-Peixe, que visavam trazer o conceito para uma abordagem mais nacional. Tanto Santoro quando Guerra-Peixe participaram do grupo Música Viva, muito ativo durante meados da década de 1940.
O Quarteto de Brasília conta com oito discos gravados, incluindo dois com obras dos compositores homenageados nesta edição do Projeto Sonora Brasil. Além disso, os quatro músicos também conviveram pessoalmente com Guerra-Peixe e Santoro. O grupo musical é formado pelos violinistas Cláudio Coen, maestro da Orquestra Filarmônica de Brasília, e Ludmila Vinecka, integrante da Orquestra Filarmônica de São Paulo, Guerra Vicente no violoncelo e, fechando o grupo, Glêsse Collet executando a viola.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!