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MÚSICA

Som da Concha traz shows das Bandas Impossíveis e Gobstopper

Som da Concha traz shows das Bandas Impossíveis e Gobstopper
27/02/2011 14:35 - da redação


A segunda edição do ano do projeto Som da Concha neste domingo (27) apresenta o som marcante das bandas Impossíveis e Gobstopper. As apresentações acontecem a partir das 17h30 na Concha Acústica Helena Meirelles, localizada no Parque das Nações Indígenas, com entrada franca.

O Som da Concha é uma realização do governo Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), em parceria com a Fundação Manoel de Barros, TV Pantanal, FM 103,7 Uniderp FM e TV Brasil Pantanal.

Impossíveis

Em agosto de 1993, quatro amigos se uniram para tocar o universo de distorção, sujeira e crueza. Influenciados por filmes, quadrinhos e o rock dos anos 50 e 60, os Impossíveis começaram a fazer um barulho danado, colecionando festivais junto a bandas como Ratos de Porão (SP), Mechanic's (GO), Holly Tree (SP), Mundo Livre S/A e fãs em apresentações em Mato Grosso do Sul.

Entre 2002 e 2003 os Impossíveis viveu um período difícil. Os quatro integrantes decidem terminar o projeto e se reciclarem, vindo a montar um novo trabalho: Astronauta Elvis. Porém, em 2005, os velhos fãs, animados por novos fãs que conheceram a banda pela internet, pedem aos integrantes um show.

Alguns foram feitos, com sucesso de público. Em 2007 o retorno foi oficializado para comemorar junto com seu público os 15 anos da banda, com as gravações do primeiro DVD. Atualmente são integrantes da banda os músicos Cebola (vocais), Wagner Martins (Guitarra), Rodrigo Rezende (Baixo) e Jean Gabriel (bateria).

Gobstopper

Formada pelos amigos Elizeu Junior (Guitarra e Vocal), Marcel Medeiros (Baixo) e Marco Aurélio Plaça (bateria). A banda Gobstopper já tem três anos de estrada de puro de carisma e talento, a Gobstopper, show principal da noite, utiliza-se de referências como filmes, cultura pop e acontecimentos do cotidiano urbano em suas canções.

A escolha das melodias doces – o chamado chocorrock, como apelidam os próprios músicos - por muitas vezes camuflam letras envenenadas de sarcasmo. Demonstração de maturidade musical combinada com experimentações despretensiosas, mas certeiras.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!