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Campo Grande - MS, quarta, 21 de novembro de 2018

CASO CACHOEIRA

Silêncio de depoentes faz CPMI mudar estratégias

8 AGO 2012Por AGÊNCIA CÂMARA00h:00

Com o silêncio dos dois depoentes ontem (07) e a expectativa de repetição dessa tática hoje (08), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira decidiu ir à Polícia Federal e ao Banco Central em busca de documentos.

A mulher do contraventor Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, e o agente aposentado da Polícia Federal Joaquim Gomes Thomé Neto evocaram o direito de permanecer em silêncio para não se autoincriminarem.

Hoje será a vez de Andrea Aprígio, ex-mulher do contraventor, e de Rubmaier Ferreira de Carvalho, contador de empresas de fachada que teriam sido usadas pela organização de Cachoeira. Ambos conseguiram habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) e também não deverão falar.

Segundo o relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG), o silêncio dos depoentes não é um “silêncio dos inocentes”. O grupo de Cachoeira, de acordo com o parlamentar, está atuando de maneira organizada nas defesas na CPMI e na Justiça Federal.

Para tentar prosseguir com as investigações, o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), aprovou uma diligência de parlamentares para ir à sede da Polícia Federal cobrar o envio de documentos já solicitados oficialmente à instituição, em razão de requerimentos aprovados pela CPMI.

O pedido foi feito pelo deputado Domingos Sávio (PSDB-MG). “Se documentos da PF vazam para a imprensa, temos de saber por que eles não chegam à CPMI. Precisamos saber como a polícia está fazendo o inquérito”, disse.

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