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sexta, 22 de fevereiro de 2019 - 11h28min

Setor do papel e da celulose prevê investimentos de mais de R$ 22 bilhões

31 JUL 10 - 16h:39
Somando os recursos previstos por quatro fabricantes, para construção de seis novas fábricas, a expansão do setor deve demandar R$ 22,8 bilhões até 2014. As novas unidades da Suzano Papel e Celulose serão no Maranhão e no Piauí e devem começar a operar em 2013 e 2014, respectivamente. Cada nova planta terá capacidade para produção de 1,3 milhão de toneladas de celulose, com investimento total de R$ 8 bilhões.
No caso da Fibria, a empresa quer antecipar o projeto de construção das segundas fábricas em Veracel (BA) e Três Lagoas (MS), que demandarão investimentos de cerca de R$ 8 bilhões. O projeto de Veracel está previsto para 2013 e de Três Lagoas, para 2014. As datas anteriores eram 2015 e 2016, respectivamente.
O setor terá ainda a entrada de novas empresas, como a Eldorado Brasil, que lançou a pedra fundamental de sua primeira planta em Três Lagoas em maio. A empresa tem projeto ousado que prevê a maior fábrica do mundo, com capacidade para produzir 1,5 milhão de toneladas anuais, e início de operação em 2012. O investimento será de R$ 4,8 bilhões. O grupo estuda ainda a implantação de outras duas fábricas no Mato Grosso do Sul.  
Já a portuguesa Portucel ressaltou em seu balanço corporativo divulgado no último dia 27 o protocolo de intenção junto ao governo de Mato Grosso do Sul para a instalação de uma fábrica em Bataguassu.  A expectativa é que o grupo invista cerca de US$ 2 bilhões para erguer fábrica com capacidade para 1,3 milhão de toneladas por ano.
Em maio, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou estudo em que constata que, pela primeira vez, desde o agravamento da crise internacional em setembro de 2008, as perspectivas de investimentos já são maiores do que em meados daquele ano. No caso do setor de papel e celulose, o impulso, segundo o BNDES, vem da alta do preço da celulose. Com reajustes mensais, em 2010, a commodity já subiu US$ 220, passando para US$ 950 por tonelada na América do Norte, US$ 920 por tonelada na Europa, e US$ 850 por tonelada na Ásia, onde o último reajuste de US$ 30 não foi aplicado. “As recentes projeções de investimento nesse setor são de duas a três vezes maiores que no levantamento feito logo após o agravamento da crise”, destaca o documento. (GSD)
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