Sábado, 24 de Fevereiro de 2018

POSSE DOS DEPUTADOS

Sessão foi marcada por discursos curtos, diretos e sem grandes polêmicas

1 FEV 2011Por evelyn souza e evelin araujo15h:37

Com atraso de 45 minutos, a posse dos 24 deputados estaduais de Mato Grosso do Sul aconteceu hoje às 9h45min na Assembleia Legislativa. Paulo Duarte falou pela oposição e Júnior Mochi fez o discurso pela situação da casa. Paulo Duarte declarou que Pedro Kemp abriu mão de ser líder do partido (PT), cargo que deve ficar com Cabo Almi e que deve ser mudado de ano em ano.

Votação

Durante a primeira votação aberta da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para a mesa diretora, todos os deputados regimentalmente anunciavam se concordavam ou não com a eleição da chapa única. Após o “sim”, era abraçados pelo então e futuro presidente da Mesa, deputado estadual Jerson Domingos. A exceção foi o deputado Onevan de Matos, o único que não concordou com a eleição da terceira vice presidente Mara Caseiro, o primeiro secretário Paulo Correa e o segundo secretário Paulo Duarte, alegando que seu partido, o PSDB, não tinha sido ouvido para a composição da chapa.

Mudanças

Em nota, o PT falou do consenso para chapa única e a candidatura de Paulo Duarte para segunda secretaria. O partido pede que o cargo deixe de ser figurativo “como ocorreu em outras legislaturas” para que possa obter atribuições específicas, tendo também peso nas decisões da mesa.

O PT propõe também uma maior democratização das decisões envolvendo todos os membros da mesa diretora, transparência dos atos e gastos da Assembleia Legislativa e realização de concurso público para preenchimento de vagas existentes de pessoal da Casa.

Nome do Estado

Paulo Duarte (PT), representante da oposição da casa, falou também a respeito do nome do Estado. “é preciso lembrar da ignorância geográfica que permanece em relação ao Estado que tem mais de 30 anos. Nós não somos Mato Grosso”, lembra o deputado, que defende a mudança de nome do Estado.

Questionado após o pronunciamento de Paulo Duarte, o deputado Júnior Mochi disse que “não é possível só sugerir que o Estado mude de nome. É preciso sugerir um nome e que este nome não beneficie apenas uma região do Estado”, declarou.

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