JUDICIÁRIO

Servidores protestam por reajuste salarial e paralisam atividades

Servidores protestam por reajuste salarial e paralisam atividades
13/04/2011 00:02 - DA REDAÇÃO


Servidores do Judiciário de Mato Grosso do Sul irão paralisar parcialmente as atividades durante todo o dia desta quarta-feira (13). A paralisação tem como propósito mostrar, segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça de Mato Grosso do Sul (Sindjus), Dionízio Gomes Avalhaes,  a indignação em relação ao tratamento que é destinado à categoria.

Para não prejudicar a população, setores considerados essenciais como a distribuição de processos e cumprimento de mandados essenciais e urgentes de prisão, serão mantidos.

Reivindicações

De acordo com Dionízio, as principais reivindicações são a implantação do plano de carreira, melhorias de plano de saúde do servidor e reajuste salarial adequado, “Tivemos um reajuste de 6%, o que não cobre a inflação do período”, afirmou.

Os participantes do movimento irão se reunir às 10h na sede do Sindjus, de onde devem partir para o Juizado Central e, após, ao Fórum de Campo Grande. O protesto deve seguir ao Tribunal de Justiça por volta das 13h30min.

A expectativa é de que aproximadamente 300 servidores participem dos protestos. “Estaremos com carro de som, faixas e cartazes. Nosso objetivo é sensibilizar a administração visando melhorar a qualidade de vida do servidor”, completa Dionizio.

A paralisação é apenas um alerta. Os servidores irão retornar às atividades normais no dia seguinte, porém devem permanecer em estado de greve, Não havendo negociação por parte do Tribunal de Justiça, poderá haver greve.


Paralisação Nacional

Em todo o País devem haver paralisações e manifestações dos servidores do Judiciário. O motivo principal da movimentação é a aprovação da PEC 190/07, que consiste na criação de um estatuto específico do servidor com procedimentos padronizados.

Atualmente não há um estatuto único para os servidores do Judiciário no País. Cada região tem um estatuto diferente.  

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".