APÓS VÍDEO

Senador decide futuro de assessora no fim do mês

Senador decide futuro de assessora no fim do mês
20/07/2012 14:43 - TERRA


O senador Ciro Nogueira (PP-PI) afirmou nesta sexta-feira, em Teresina, que vai esperar o fim do recesso parlamentar, previsto para 31 de julho, para anunciar a decisão sobre a polêmica envolvendo sua assessora Denise Leitão Rocha. A assessora do piauiense apareceu supostamente em vídeo erótico que gerou polêmica em todo o País.

"Quem sou eu para fazer julgamento, importa o trabalho que ela vem desempenhando. Se eu avaliar que ela tem condições de continuar seu trabalho como assessora das comissões, ela vai continuar trabalhando. Mas se eu avaliar que não, ela sairá, porque preciso de uma assessora, não de uma celebridade", afirmou o senador durante visita a obras em Teresina na companhia do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Ciro informou que ainda está em dúvida. "Não é uma situação fácil, mas estamos avaliando se a volta dela poderá atrapalhar os trabalhos nas comissões." Ontem, a assessoria de imprensa do senador disse que Denise seria demitida no retorno aos trabalhos. A informação também havia sido confirmada pela mulher de Ciro, a deputada federal Iracema Portela (PP-PI). "Diante de toda a polêmica que causou constrangimento não só para o Ciro, mas também para toda a equipe, não tem outra solução a não ser a demissão dela", garantiu Iracema.

O vídeo

Com duração de aproximadamente três minutos, as imagens do vídeo caseiro mostram momentos íntimos entre uma mulher, que seria a assessora, e um homem não identificado. As cenas chegam a mostrar o rosto da mulher e também uma tatuagem de fênix, semelhante a que Denise possui no quadril.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".