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TRIBUNAL DO TRABALHO

Senado deve votar criação de cargos em MS

Senado deve votar criação de cargos em MS
17/03/2014 00:00 - AGÊNCIA SENADO


O primeiro item da pauta de votações do Plenário do Senado nesta semana é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 34/2013, do senador José Agripino (DEM-RN), que dificulta a criação ou extinção de estatais, ministérios e demais órgãos públicos por parte do Poder Executivo. Integrantes da base governista já sinalizaram ser contra a matéria.

Os senadores podem votar também o projeto do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que cria oito cargos de provimento efetivo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 24ª Região, com sede em Campo Grande (MS). Os cargos são de analista judiciário, especialidade tecnologia da informação. O voto do relator, senador Pedro Taques (PDT-MT), é favorável à aprovação da matéria (PLC 96/2013).

Extinção

A PEC 34/2013 estabelece que órgãos públicos só poderão ser criados por meio de lei complementar, e não mais por lei ordinária, como atualmente. Para ser aprovado, um projeto de lei complementar exige maioria absoluta (pelo menos 41 votos no Senado e 257 na Câmara). A aprovação de projeto de lei ordinária requer maioria simples – a maioria dos presentes em uma sessão.

 

Os senadores também podem apreciar projeto de lei que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) para garantir a convivência familiar - por meio de visitas periódicas - a filhos cujo pai ou mãe esteja preso (PLC 58/2013). O projeto é de iniciativa do Poder Executivo e já foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

A proposta também estabelece que a condenação criminal não implica automaticamente destituição do poder familiar. Isto só aconteceria em caso de crime doloso praticado contra o próprio filho e punível com reclusão.

Ainda na hipótese de destituição do poder familiar, a proposta exige que a citação da mãe ou do pai preso seja pessoal. Neste momento, o oficial de justiça deverá dar ao condenado a possibilidade de nomeação de um defensor para representá-lo no processo. Por fim, garante que o pai ou mãe privado de liberdade seja ouvido pessoalmente pelo juiz.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!