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POLÍTICA

“Sempre ao seu lado” é repeteco de “Marley e eu”

“Sempre ao seu lado” é repeteco de “Marley e eu”
27/03/2010 04:21 -


Há um cão, seu dono e a família dele. Há também muito amor, risos e lágrimas. Não, não se trata de “Marley e eu”, mas de “Sempre ao seu lado”, que mais parece um repeteco do primei ro. Agora não é uma coméd ia, mas um drama lacrimoso sobre homens, cães e amores incondicionais. Dirigido por Lasse Hallström, que em 1985 fez um filme sobre pessoas e cães muito melhor – chamado “Minha vida de cachorro” – e protagon izado e produzido por R ichard Gere (“Uma linda mulher”, “Chicago”), “Sempre ao seu lado” arranca lágrimas sofridas e sofríveis, colocando um cachorro solitário na porta de uma estação de trem à espera de seu dono... que nunca mais irá voltar. Gere é Parker, um professor un iversitário que, diariamente, segue para a estação ferroviária, onde embarca num trem para o trabalho. Um dia, ao voltar para casa, encontra um pequeno filhote da raça Akita. Ele pensa em adotar o an ima l, mas sua mu l her, Cate (Joan Allen, da trilogia “Bourne”), vota contra. No final, a família sucumbe ao charme do cãozinho, que passa a acompanhar seu novo dono todo dia até a porta da estação. Paparicado por todo mundo, do açougueiro ao vendedor de cachorro-quente, o filhote se torna mascote da cidadezinha. Um amigo japonês de Parker, Ken (Cary-Hiroyuki Tagawa, de “Memórias de uma gueixa”), explica que os cães dessa raça são extremamente fiéis. Essa explicação justifica a segunda metade do filme, quando Parker nunca mais voltará para casa e, mesmo assim, o cachorro cont i nuará a esperá-lo na estação, obviamente sem compreender o que aconteceu. Baseado numa história real que aconteceu na década de 1920, no Japão, e num filme japonês dos anos de 1980, “Sempre ao seu lado” usa a doçura do cachorro para partir até os mais duros corações. Gere, que já teve personagens muito mais marcantes, é apenas um coadjuvante para a história do Akita, que tem o nome de Hashi, que significa o número oito em japonês, conforme explica o amigo oriental de Parker. O cão rouba a cena. Não por suas estripulias, como fazia Marley, mas por seu charme e beleza, adjetivos que estavam associados a Gere há até pouco tempo.

Felpuda


Pré-candidato pode estar sendo “fritado” sem ao menos perceber. Redes sociais que têm estreitas ligações com ex-cabecinhas coroadas e que prometeram apoio estão enaltecendo que só certo pré-candidato de outro partido. Quem conhece as ditas figurinhas de, digamos, outros carnavais, acredita que está em curso operação sorrateira para mudar internamente os rumos da futura campanha. Trocando em miúdo: ceder a cabeça de chapa.