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sábado, 16 de fevereiro de 2019 - 15h28min

Sem oposição, Siufi se reelege hoje na Câmara

3 MAR 10 - 05h:44
Depois de assegurar maioria absoluta, inclusive apoio de ex-opositores, Paulo Siufi (PMDB) se tornará hoje o primeiro vereador reeleito presidente da Câmara de Campo Grande em um mesmo mandato. Em sessão especial, a eleição terá início por volta do meio-dia e também é inédita. Pela primeira vez, vereadores da Capital definirão a Mesa antes de dezembro. Siufi garantirá mais dois anos na presidência nove meses antes de terminar o atual mandato e ficará no cargo até dezembro de 2012. A reeleição passou a ser permitida com alteração sob seu comando, feita pelos atuais vereadores na Lei Orgânica do Município (LOM) e no regimento interno, no ano passado. Além de Siufi, João Rocha (PSDB) será reeleito ao cargo de primeiro-secretário, o mais importante depois da presidência. As únicas alterações decorrem da saída do vereador Cabo Almi (PT) do cargo de 1º vice-presidente. A vaga será ocupada por Lídio Lopes (PP), que deixará a 2ª vice-presidência para o vereador Carlão (PSB). Essa nova composição só passa a valer a partir de 2011. Até dezembro, fim do atual mandato, a diretoria e atuais comissões ficam inalteradas. A justificativa para não esperar o término do mandato é evitar que o debate interno coincida com o período de eleições estaduais quando os principais partidos estarão se enfrentando na sucessão presidencial e estadual. “Os vereadores acham que será uma eleição pesada”, disse o presidente. Sem adversário, a reeleição será bem mais fácil para Siufi. Da primeira vez, além do seu voto, teve apoio de 11 dos outros 20 vereadores para derrotar chapa encabeçada por Cristóvão Silveira (PSDB) e integrada por Thais Helena (PT), Professora Rose (PSDB), Paulo Pedra (PDT) e Alcides Bernal (PP). Os opositores tiveram apoio ainda de Loester Nunes (PDT), Grazielle Machado (PR), Marcelo Bluma (PV) e Magali Picarelli (PMDB). Com exceção de Bernal, hoje todos vão à eleição apoiando o ex-adversário. O dito “se não se pode vencê-los, junte-se a eles” é a principal justificativa para a mudança de opinião. “A gente não consegue nem cinco nomes para montar chapa”, explicou Thais. Sem poder enfrentar Siufi, ela contou que resolveram apoiar a reeleição para garantir espaço nas comissões mais importantes da Casa. “A partir de agora todos os vereadores e não apenas os 12 que elegeram o Siufi, participarão das decisões”, disse.
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