CAMPO GRANDE

Sem manejo, árvores viram arapucas perto de sinaleiros

Sem manejo, árvores viram arapucas perto de sinaleiros
10/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Falta de manejo e de cuidados do poder público na arborização de Campo Grande estão transformando cruzamentos da região central e da periferia da Capital em verdadeiras armadilhas para o motorista. O jornal Correio do Estado rodou por diferentes pontos da cidade e flagrou semáforos e placas de sinalização encobertos por galhos de árvore, situação que aumenta o risco de acidentes e que poderia ser evitada com podas regulares, serviço que é de competência do poder público municipal. Os flagrantes da reportagem podem ser conferidos na edição de hoje (10) do Correio do Estado.

O festival de riscos começa no cruzamento da Avenida Consolação com a Rua 13 de Maio, na Vila Santa Dorotéia, próximo à região central, que dá acesso à Avenida Eduardo Elias Zahrana, uma das mais movimentadas da cidade. Ali, uma placa que indica parada obrigatória está escondida pelo galho de uma árvore plantada na calçada do Cemitério Santo Antônio. A mesma situação se repete no cruzamento da Rua João Pedro de Souza com a 14 de Julho, onde funcionam várias varas de Justiça e juizados. Do lado direito, um oiti também dificulta a visualização da sinalização de parada obrigatória.

Conforme a matéria de Daniella Arruda, em outro ponto da cidade, na Rua José Antônio, um galho de árvore encobre o semáforo que dá acesso à Rua Rodolfo José Pinho e região do Bairro Jardim São Bento, confundindo motoristas. “Está bastante difícil, precisa podar (a árvore) com urgência. Eu conseguir ver vagamente que o semáforo ficou vermelho. Certeza mesmo, só dá pra ter chegando embaixo dele e levantando a cabeça para olhar”, contou o analista de software Igor Nucci, 27 anos. 
 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".