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Sem laudo de paternidade, avó não pedirá pensão para filho de Eliza

10 JUL 10 - 07h:50
bruno grubertt

Sem exames de DNA que comprovem a paternidade de Bruno, a advogada da mãe da modelo Eliza Samúdio, 25 anos, por enquanto não deve pedir à Justiça que o goleiro pague pensão alimentícia para o bebê que seria fruto do relacionamento da modelo com o jogador. Antes de desaparecer, Eliza tentava provar na Justiça que Bruno é pai de seu filho. Nem a polícia de Minas Gerais nem a do Rio de Janeiro, onde correm as investigações, informaram ao escritório da advogada se já coletaram materiais para o exame de paternidade. O processo em que a avó pede a guarda definitiva do bebê continua tramitando.
Estava prevista para ontem, às 22h30min, a chegada a Campo Grande do filho de Eliza. A mãe dela, Sônia de Fátima Marcelo da Silva Moura, de 44 anos, que mora em Mato Grosso do Sul, conseguiu a guarda provisória da criança anteontem, após decisão do juiz Guilherme Cubas, da Vara da Família de Foz do Iguaçu (PR).
Assim que ficaram sabendo da decisão, a avó do bebê e a advogada que a representa, Maria Lúcia Borges Gomes, partiram para o Paraná, onde chegaram anteontem à noite. Já ontem, por volta das 11 horas, a criança foi entregue à avó e, logo depois, passou por exames médicos. Apesar de ser constatado que o bebê está com bronquite, os médicos permitiram a viagem para Mato Grosso do Sul, segundo informou a assessoria da advogada.
Por volta das 19 horas de ontem, a previsão era de que avó e criança embarcassem em um voo no aeroporto de Foz do Iguaçu e fizessem escala em Curitiba, antes de desembarcar em Campo Grande, por volta das 22h30min.
O filho da modelo estava na casa do pai dela, Luiz Carlos Samúdio. Ontem de manhã, quando conselheiros tutelares de Foz do Iguaçu foram buscar a criança, o avô não estava no local.
O filho de Eliza deve ficar em Campo Grande pelos próximos dias, já que precisa fazer tratamento contra a doença. Assessores da advogada não souberam informar onde e por quanto tempo avó e bebê podem ficar na Capital.

Paternidade
Ainda não existe nenhum exame de DNA para comprovar se Bruno é mesmo o pai do filho de Eliza. Por isso, a advogada Maria Lúcia Borges Gomes ainda não iniciará o pedido de pensão alimentícia na Justiça, segundo informações do escritório de advocacia.
O goleiro Bruno é acusado de ser o mandante do sequestro e da execução da modelo. Anteontem à noite, em entrevista coletiva, o delegado Edson Moreira, chefe do Departamento de Investigação (DI) da Polícia Civil de Minas Gerais, confirmou os indícios de crime premeditado. Ainda de acordo com a reportagem, o primo do goleiro disse que Bruno estava na cena do crime e também havia sugerido matar o bebê, mas se arrependeu na última hora e desistiu da ação.
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