segunda, 16 de julho de 2018

Sem equipamento, batalhão pede ajuda a operadora no caso Ari Artuzi

28 MAI 2008Por 20h:43
     

Lívia Ferreira

 

O comandante do 3º Batalhão da Polícia Miltiar de Dourados, Coronel Guilherme Gonçalves, enviou hoje ofício à operadora Brasil Telecom solicitando o relatório dos registros de chamadas telefônicas feitas pelo deputado estadual Ari Artuzi (PDT) na noite em que o parlamentar teve o carro alvejado por tiros.O parlamentar reclama da demora do batalhão em atendê-lo.

        O coronel identificou no sistema duas chamadas do celular do deputado. Mas o horário em que Artuzi afirma ter feito a primeira ligação (40 minutos antes do atentado) não coincide com o que consta no sistema do batalhão (10 minutos antes da ocorrência). Como a central de gravações telefônicas está desativada por falta de manutenção, não foi possível registrar a conversa com Artuzi. Segundo o coronel, o conserto da central é responsabilidade do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), ligado à Secretaria de Segurança Pública. A assessoria de imprensa da Sejusp informou desconhecer o problema, mas promete buscar informações sobre o caso.

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