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Seis meses depois, prefeitura terá que reordenar trânsito

23 ABR 10 - 07h:23
FlÁvio Paes

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) vai promover novas mudanças no ordenamento do sistema viário na confluência da Rua Joaquim Murtinho com as avenidas Marquês de Lavradio e Marquês de Pombal, em Campo Grande. Em outubro do ano passado, há seis meses, portanto, foi inaugurado o atual ordenamento com semáforos, projetado para atender ao fluxo de tráfego gerado pela inauguração de dois supermercados na região. Deve ser aberta uma alça e assim facilitar a entrada na Marquês de Lavradio, que é a principal via de acesso ao Extra Supermercado, de quem vem no sentido bairro/centro.
Ano passado, o trânsito neste trecho da Joaquim Murtinho ficou vários meses interditado para que fosse retirada a rotatória que existia na confluência da Marquês de Lavradio com a Marquês de Pombal. Foram colocados semáforos que regularam o fluxo de veículos. Mesmo assim o tráfego fica confuso especialmente nos horários de entrada e saída do trabalho, início e término das aulas, com a passagem na Joaquim Murtinho ficou obstruída (mesmo no sinal verde) pelos veículos que manobram para entrar no pátio do supermercado.

Via Parque
Enquanto prepara mudanças na Rua Joaquim Murtinho, a Agetran estuda também projetos para tentar eliminar dois pontos críticos no trânsito da Via Parque, no cruzamento com a Rua Antônio Maria Coelho e na rotatória com a Avenida Mato Grosso.
No primeiro trecho, a solução está viabilizada: será colocado um semáforo no cruzamento Via Parque/Antônio Maria Coelho. Antes disso, será aberta uma rua, pouco depois do prédio da Plaenge em construção, de acesso à Mato Grosso.
A solução para os congestionamentos na rotatória da Mato Grosso com a Via Parque depende de recursos federais. A prefeitura quer construir no local um mergulhão (uma espécie de túnel que passa por baixo das ruas, liberando espaço para praças e o tráfego de pessoas por cima delas). “Estamos na expectativa de incluir a obra dentre os outros projetos de mobilidade urbana do PAC 2”, explica o diretor da Agetran, Rudel Trindade. A Capital pleiteou R$ 135 milhões para estes e vários projetos viários.
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