sexta, 20 de julho de 2018

URBANISMO

Segurança puxa crescimento de condomínios fechados na Capital

17 JUN 2012Por LUCIA MOREL13h:15

Segurança. Para as famílias que escolheram morar em condomínios fechados essa é a palavra de ordem. Seja em empreendimentos para as classes C e D quanto para A e B, o objetivo é se ver livre de riscos de assaltos ou invasões de domicílio. No entanto, essa ansiada segurança pode ser um tiro que sai pela culatra, já que, a maioria dos residenciais fechados são erguidos em áreas com grandes vazios urbanos, o que, de fato, aumenta a insegurança.

A jornalista Nanci Silva, 44 anos, mora há dois no Damha I. Ela morava no bairro Otávio Pécora, e sua casa já havia sido assaltada três vezes. “Tinha grade, muro alto, mas nem isso evitava a ação dos bandidos”, disse. Apesar de afirmar que a primeira opção por se mudar de uma casa em bairro e ir para outra em um residencial foi uma melhor qualidade de vida, ela também afirma que visou mais segurança. “No fim das contas, o mais barato (morar no bairro) saía mais caro”.

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