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ECONOMIA

Segurança e trânsito preocupam população

Segurança e trânsito preocupam população
19/02/2010 08:28 -


Nas ruas, alguns reflexos da nova cara de Três Lagoas incomodam. A segurança pública e o trânsito são as principais queixas da população. “As fábricas deram um impulso para a cidade, tá um ‘vuco-vuco’ danado, mas, em contrapartida, veio a bandidagem e tirou o nosso sossego”, reclama Valdenir Gonzaga Dias. O taxista Valdeli da Silva aponta os baixos salários pagos na indústria como principal problema. “O salário só paga o arroz e o feijão”, queixa-se. Os preços dos aluguéis ainda assustam Nilza Aparecida Oliveira: “A cidade mudou para pior, o trânsito virou uma loucura, a violência aumentou e o aluguel também”. Segundo o corretor de imóveis, José Carlos Crespo, os preços triplicaram durante a construção das fábricas. “As casas viraram alojamentos, e os preços eram definidos pelo número de pessoas que o imóvel abrigava”, diz. O mercado esfriou com o término das obras do complexo de papel e celulose, e a procura por casas desmoronou 70%. O aluguel de uma casa com três quartos, que atualmente varia entre R$ 700 e R$ 1.000, chegou a custar R$ 3.000. “O setor lucrou muito, na época”, avalia o corretor. As companhias preparamse para economizar na hospedagem dos trabalhadores na próxima onda de construções na cidade. A Fibria, por exemplo, doou dois alojamentos à prefeitura com capacidade para 1.500 pessoas. De acordo com Crespo, uma nova orientação das empresas deve segurar os preços dos aluguéis. “As empresas estão pagando, no máximo, R$ 1.500 pelo aluguel; e para coibir preços abusivos, vão preferir locar várias casas para abrigar os funcionários do que uma para muitos”, afirma. (CHB, com colaboração de Lidiane Kober)

Felpuda


Vêm aumentando que só os disparos de segmentos diversos contra cabecinha coroada que, até então, acreditava voar em céu de brigadeiro. O novo coronavírus chegou, ganhou espaço, continua avançando e atualmente tem sido o melhor cabo eleitoral dos adversários. A continuar assim, sem ações mais eficazes, o estrago político poderá ser grande. Observadores mais atentos têm dito que o momento não é de viver o conto da “Bela Adormecida”. Só!