Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

FRONTEIRA

Segurança da Copa mobilizará militares para Ágata 8

Segurança da Copa mobilizará militares para Ágata 8
07/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Mato Grosso do Sul, por ser limítrofe à Bolívia e ao Paraguai, com uma fronteira ainda bastante vulnerável a crimes como tráfico de drogas, contrabando e mesmo o tráfico de armas, deve receber uma atenção especial das Forças Armadas neste primeiro semestre, dentro do planejamento nacional de segurança para a Copa do Mundo, que acontece a partir de junho, no Brasil, com a realização da Operação Ágata 8. A informação foi dada pela secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, que ontem esteve em Campo Grande, entregando um novo lote de viaturas do programa Estratégia Nacional de Fronteiras (Enafron), conforme reportagem na edição de hoje (07) do jornal Correio do Estado.

Em suas declarações, a titular da Senasp reforçou informação dada ao Correio do Estado pelo Ministério da Defesa, de que uma nova edição da Ágata, a oitava, para execução nas fronteiras brasileiras, deverá acontecer antes do Mundial da Fifa, mobilizando tropas do Exército, Marinha e Aeronáutica, além de agências de apoio como Polícia Federal, Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência, Ibama e outras.

A mesma informação foi dada pelo Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília, de que para a Copa do Mundo serão adotadas diversas medidas relacionadas ao reforço da segurança das fronteiras. Entretanto, tendo em vista a sensibilidade do assunto, que envolve estratégias de planejamento e antecipação, não é possível adiantar quando e quais serão as providências. É certo, porém, segundo o Exército, que “a região do Mato Grosso do Sul, por possuir fronteira terrestre muito permeável, será objeto de especial atenção”. A reportagem é de Thiago Gomes e Daniella Arruda.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?