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Segunda fase do programa pode ter 3 milhões de casas

20 MAR 10 - 03h:17
A segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida pode incluir entre dois e três milhões de moradias. A estimativa é do presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Paulo Safady Simão. “Ainda não há nada oficial. A proposta feita pela Cbic foi de construção de dois milhões de unidades em quatro anos. O que sabemos, dentro do governo, é que está sendo estudado até três milhões”, declarou Simão. A decisão será anunciada junto à divulgação do PAC 2 (a segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento), prevista para o dia 29. O presidente da Cbic destaca que outra mudança no programa habitacional deve ocorrer na distribuição dos imóveis por faixa de renda. “Nós fizemos uma proposta de aumentar de 40% para 50% as moradias voltadas para as famílias com renda de até três salários mínimos”, afirmou. Mais para baixa renda Simão destaca que, focando mais nas famílias de renda inferior, o governo torna a proposta do Minha Casa, Minha Vida mais ambiciosa, pois essa faixa de renda é a que conta com maior volume de subsídios governamentais. “Isso é muito positivo, porque esse é um programa que deu certo como um dos instrumentos para erradicar o déficit da habitação para as famílias mais pobres”, declarou. Segundo o presidente da Cbic, até hoje mais de 740 mil imóveis já fazem parte do sistema do Minha Casa, Minha Vida, o que significa já terem sido aprovados por todas as análises e estarem disponíveis para contratação na Caixa Econômica Federal. “Até o final do ano teremos cumprido a meta de um milhão de moradias”, completou Simão.
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