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PRATO REGIONAL

Sarravulho é destaque em revista

Sarravulho é destaque em revista
11/01/2014 00:00 - da redação


O que os corumbaenses já sabem há muito tempo foi evidenciado pela revista da TAM, uma das maiores empresas aéreas nacionais. O sarravulho, prato assimilado pela culinária pantaneira, ficou entre os dez pratos regionais mais saborosos do Brasil.

A revista “TAM nas Nuvens” classifica-o como o prato de sabor forte e aroma marcante como perfeito para paladares carnívoros. “A mistura resulta em uma refeição equilibrada e suculenta que não agride em nada o paladar. E nem é preciso comer muito para se sentir bem alimentado por um bom tempo”, diz o texto.

De origem portuguesa, segundo a pesquisadora da gastronomia local, Lídia Aguilar Leite, o prato foi adaptado ao gosto pantaneiro. “De Portugal, veio o sarrabulho ou sarravulho, mais precisamente na região do Douro, onde os pratos são feitos a base de carne de porco com os nomes arroz de sarrabulho e papas de sarrabulho, aqui foi transformado no prato típico pelo corumbaense com ingredientes à base de (miúdos de bovino com vinho, lingüiça, calabresa, paio e azeitonas)”.

Em Corumbá, o sarravulho não pode faltar em grandes festas, servido até mesmo como entrada para o tradicional churrasco de chão pantaneiro.

A mídia espontânea (não paga) para Corumbá reforça o potencial turístico e cultural da nossa região e está alinhada ao intenso trabalho do Governo Municipal em consolidar o Turismo como vetor de desenvolvimento econômico e social da cidade.

Para ter uma ideia do tamanho dessa divulgação, a revista TAM nas Nuvens tem uma tiragem de 150 mil exemplares, circula a bordo de todas as aeronaves da companhia aérea, passa pelas mãos de 3,2 milhões de passageiros de perfil altamente qualificado com disponibilidade de tempo e atenção, e é disponibilizada em três idiomas (português-inglês-espanhol).  

Felpuda


É grande a expectativa em torno de qual foi a justificativa de conhecida figura que beneficiou sujeito, e este, aproveitando a, digamos, boa vontade demonstrada, simplesmente “sumiu do mapa”. Órgão nacional pediu explicações para o “benfeitor”, e o prazo já venceu. Como as decisões por lá não ficam escondidas do distinto público, logo, logo, a curiosidade deverá ser contemplada. É esperar para conferir!